Questões de Concursos Públicos - Terapia Ocupacional
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Q65539
MS CONCURSOS - 2016 - Prefeitura de Telêmaco Borba - PR - Técnico Superior - Terapia Ocupacional
Ano: 2016
Banca:
MS CONCURSOS
Matéria:
Terapia Ocupacional
Assunto: Terapia Ocupacional na Atenção à Saúde
Quais são os recursos que podem ser utilizados pelo Terapeuta Ocupacional com crianças que apresentam problemas neurológicos?
Q65538
MS CONCURSOS - 2016 - Prefeitura de Telêmaco Borba - PR - Técnico Superior - Terapia Ocupacional
Ano: 2016
Banca:
MS CONCURSOS
Matéria:
Terapia Ocupacional
Assunto: Terapia Ocupacional na Atenção à Saúde
Qual é a órtese que não apresenta partes móveis e mantém a articulação em uma posição?
Q65537
MS CONCURSOS - 2016 - Prefeitura de Telêmaco Borba - PR - Técnico Superior - Terapia Ocupacional
Ano: 2016
Banca:
MS CONCURSOS
Matéria:
Terapia Ocupacional
Assunto: Terapia Ocupacional na Atenção à Saúde
Qual das seguintes abordagens não é indicada para criança?
Q62045
Prefeitura de Campinas - SP - 2016 - Prefeitura de Campinas - SP - Terapeuta Ocupacional
Ano: 2016
Órgão:
Prefeitura de Campinas - SP
Banca:
Prefeitura de Campinas - SP
Matéria:
Terapia Ocupacional
Assunto: Terapia Ocupacional Aplicada à Saúde Mental, Reabilitação Psicossocial, Disfunções Sensoriais, Neuroanatomia e Neuropsicologia
Rapaz de 29 anos refere estar ouvindo vozes e sente-se perseguido. Procura a Terapeuta Ocupacional, pois percebe que ao fazer atividades estes sintomas diminuem, principalmente a intensidade das vozes. Paciente frequenta CAPS há 2 anos e mantém este quadro no último ano. Cabe à Terapeuta Ocupacional
Q62044
Prefeitura de Campinas - SP - 2016 - Prefeitura de Campinas - SP - Terapeuta Ocupacional
Ano: 2016
Órgão:
Prefeitura de Campinas - SP
Banca:
Prefeitura de Campinas - SP
Matéria:
Terapia Ocupacional
Assunto: Terapia Ocupacional Aplicada à Saúde Mental, Reabilitação Psicossocial, Disfunções Sensoriais, Neuroanatomia e Neuropsicologia
O grupo de Terapia Ocupacional é um tratamento bastante utilizado na clínica em Saúde Mental. Pode-se afirmar que
Q62043
Prefeitura de Campinas - SP - 2016 - Prefeitura de Campinas - SP - Terapeuta Ocupacional
Ano: 2016
Órgão:
Prefeitura de Campinas - SP
Banca:
Prefeitura de Campinas - SP
Matéria:
Terapia Ocupacional
Assunto: Terapia Ocupacional em Grupos e Prática Social
De acordo com o Ministério da Saúde, este procedimento é “uma das principais formas de tratamento oferecido nos CAPS. São realizados em grupo com a presença e orientação de um ou mais profissionais, monitores e/ou estagiários. Este procedimento se caracteriza por vários tipos de atividades que podem ser definidas através do interesse dos usuários, das possibilidades dos técnicos do serviço, das necessidades, tendo em vista a maior integração social e familiar, a manifestação de sentimentos e problemas, o desenvolvimento de habilidades corporais, a realização de atividades produtivas, o exercício coletivo da cidadania”.
Este texto refere-se à
Q62042
Prefeitura de Campinas - SP - 2016 - Prefeitura de Campinas - SP - Terapeuta Ocupacional
Ano: 2016
Órgão:
Prefeitura de Campinas - SP
Banca:
Prefeitura de Campinas - SP
Matéria:
Terapia Ocupacional
Assunto: Terapia Ocupacional Aplicada à Saúde Mental, Reabilitação Psicossocial, Disfunções Sensoriais, Neuroanatomia e Neuropsicologia
Considere o texto e as afirmativas abaixo.
A atual política de saúde mental brasileira é resultado da mobilização de usuários, familiares e trabalhadores da Saúde iniciada na década de 1980 com o objetivo de mudar a realidade dos manicômios onde viviam mais de 100 mil pessoas com transtornos mentais. O movimento foi impulsionado pela importância que o tema dos direitos humanos adquiriu no combate à ditadura militar e alimentou-se das experiências exitosas de países europeus na substituição de um modelo de saúde mental baseado no hospital psiquiátrico por um modelo de serviços comunitários com forte inserção territorial. Nas últimas décadas, esse processo de mudança se expressa especialmente por meio do Movimento Social da Luta Antimanicomial e de um projeto coletivamente produzido de mudança do modelo de atenção e de gestão do cuidado: a Reforma Psiquiátrica.
I. Na década de 2000, com financiamento e regulação tripartite, amplia-se fortemente a rede de atenção psicossocial − Raps, que passa a integrar, a partir do Decreto Presidencial no 7508/2011. Entre os equipamentos substitutivos ao modelo manicomial podemos citar os Centros de Atenção Psicossocial − Caps, os Serviços Residenciais Terapêuticos − SRT, os Centros de Convivência − Cecos, as Enfermarias de Saúde Mental em hospitais gerais, as oficinas de geração de renda, entre outros.
II. As práticas em saúde mental na Atenção Básica podem e devem ser realizadas por todos os profissionais de Saúde. O que unifica o objetivo dos profissionais para o cuidado em saúde mental devem ser o entendimento do território e a relação de vínculo da equipe de Saúde com os usuários, mais do que a escolha entre uma das diferentes compreensões sobre a saúde mental que uma equipe venha a se identificar.
III. A divisão de tarefas e responsabilidade envolve o profundo conhecimento técnico de cada especialidade. Assim, a presença de um psiquiatra e outro profissional da saúde mental é indispensável pois somente estes profissionais podem oferecer a escuta adequada ao sofrimento do paciente.
IV. A Saúde Mental e Atenção Básica são campos que convergem a um objeto comum e o que está em jogo em ambos é a superação das limitações da visão dualista do homem, a construção de um novo modelo dinâmico, complexo e não reducionista e a orientação para novas formas de prática na área de Saúde.
Está correto o que se afirma APENAS em
Q62041
Prefeitura de Campinas - SP - 2016 - Prefeitura de Campinas - SP - Terapeuta Ocupacional
Ano: 2016
Órgão:
Prefeitura de Campinas - SP
Banca:
Prefeitura de Campinas - SP
Matéria:
Terapia Ocupacional
Assunto: Terapia Ocupacional na Atenção à Saúde
Paciente de 75 anos é trazida pelo marido ao Ambulatório pois está muito distraída. Pela terceira vez esqueceu o fogão ligado. Deixa as portas abertas, perde-se com facilidade na rua, em um bairro onde mora há 30 anos. Não consegue mais fazer compras sozinha pois não se lembra do que comprar e esquece a senha do cartão. Na última semana, brigou com uma vizinha de quem é amiga desde que mora na rua dizendo que ela havia entrado em sua casa e roubado suas joias. O quadro teve início há 4 anos quando passou a esquecer nomes e números de telefone. A tomografia computadorizada mostrou atrofia cortical generalizada de moderada intensidade e dilatação ventricular.
Este é um quadro típico de
Q62040
Prefeitura de Campinas - SP - 2016 - Prefeitura de Campinas - SP - Terapeuta Ocupacional
Ano: 2016
Órgão:
Prefeitura de Campinas - SP
Banca:
Prefeitura de Campinas - SP
Matéria:
Terapia Ocupacional
Assunto: Terapia Ocupacional Aplicada à Saúde Mental, Reabilitação Psicossocial, Disfunções Sensoriais, Neuroanatomia e Neuropsicologia
Menino, 7 anos, vem acompanhado pela mãe com as seguintes queixas: “é uma criança muito ativa e impulsiva, não pensa para fazer. Não consegue terminar o que começa pois logo pula para outra atividade”. A escola refere desempenho insatisfatório além de problemas de relacionamento com demais alunos.
Estas queixas são típicas do seguinte transtorno da infância:
Q62036
Prefeitura de Campinas - SP - 2016 - Prefeitura de Campinas - SP - Terapeuta Ocupacional
Ano: 2016
Órgão:
Prefeitura de Campinas - SP
Banca:
Prefeitura de Campinas - SP
Matéria:
Terapia Ocupacional
Assunto: Terapia Ocupacional Aplicada à Saúde Mental, Reabilitação Psicossocial, Disfunções Sensoriais, Neuroanatomia e Neuropsicologia
Este transtorno caracteriza-se, em geral, por distorções fundamentais do pensamento e da percepção e por afetos inapropriados ou embotados. Usualmente mantém-se clara a consciência e a capacidade intelectual, embora certos déficits cognitivos possam evoluir no curso do tempo. Os fenômenos psicopatológicos mais importantes incluem o eco do pensamento, a imposição ou o roubo do pensamento, a divulgação do pensamento, a percepção delirante, ideias delirantes de controle, de influência ou de passividade, vozes alucinatórias que comentam ou discutem com o paciente na terceira pessoa, transtornos do pensamento e sintomas negativos (CID-10).
Estas características referem-se: