Questões de Concursos Públicos - Literatura
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Q49126
IDECAN - 2015 - Colégio Pedro II - Professor - Português
O tema da nostalgia da pátria consagrado no poema “Canção do exílio”, de Gonçalves Dias, é retomado em “No lar”,
de Casimiro de Abreu. Sobre esse diálogo intertextual, é possível afirmar que
Q49123
IDECAN - 2015 - Colégio Pedro II - Professor - Português
Sobre o trecho de Morte e vida severina, assinale a afirmação procedente.
Q49120
IDECAN - 2015 - Colégio Pedro II - Professor - Português
Embora dando continuidade às propostas do Modernismo de 22, Graciliano Ramos, tal como outros romancistas da
geração de 30, retoma elementos antes desprezados pelos primeiros modernistas e atualiza‐os, evidenciando o
processo de amadurecimento pelo qual passava a literatura na época.
Dentre as características típicas da prosa naturalista do século XIX recuperadas pelo romance regionalista de 30, em
relação ao fragmento lido, NÃO procede
Q49118
IDECAN - 2015 - Colégio Pedro II - Professor - Português
O romance Vidas secas, de Graciliano Ramos, e o poema Morte e vida severina, de João Cabral de Melo Neto,
aproximam‐se porque ambos
Q49116
IDECAN - 2015 - Colégio Pedro II - Professor - Português
Em relação ao poema “Rio abaixo”, é possível afirmar que
Q49114
IDECAN - 2015 - Colégio Pedro II - Professor - Português
Quanto ao aspecto formal, é possível afirmar‐se, em relação ao poema “Rio abaixo”, que
Q49111
IDECAN - 2015 - Colégio Pedro II - Professor - Português
Os escritores da 1ª fase do Modernismo defendem, como um dos princípios basilares da nova estética, a utilização de
uma linguagem transgressora e inovadora capaz de consubstanciar a expressão de liberdade formal perseguida por
esse movimento.
Assinale a alternativa que está em DESACORDO com tal proposta.
Q48895
Itame - 2015 - Prefeitura de Padre Bernardo - GO - Fiscal de Tributos
Assinale a alternativa que corresponde à fase
literária à qual se refere a sentença abaixo:
“Os artistas deste período atribuíram à arte uma função
social. Em suas obras, procuraram refletir sobre a
realidade sócio-histórica, promover debate e, assim,
contribuir para mudanças sociais. Têm um
posicionamento impessoal e sem idealizações
românticas.”
Q48894
Itame - 2015 - Prefeitura de Padre Bernardo - GO - Fiscal de Tributos
O trecho da obra literária abaixo corresponde,
respectivamente a:
[...]
FIDALGO Esta barca onde vai ora,
que assi está apercebida?
DIABO Vai pera a ilha perdida,
e há-de partir logo ess'ora.
FIDALGO Pera lá vai a senhora?
DIABO Senhor, a vosso serviço.
FIDALGO Parece-me isso cortiço...
DIABO Porque a vedes lá de fora.
FIDALGO Porém, a que terra passais?
DIABO Pera o inferno, senhor.
FIDALGO Terra é bem sem-sabor.
DIABO Quê?... E também cá zombais?
FIDALGO E passageiros achais
pera tal habitação?
DIABO Vejo-vos eu em feição
pera ir ao nosso cais...
À CIDADE DA BAHIA Triste Bahia! Ó quão dessemoção Estás e estou do nosso antigo estado! Pobre te vejo a ti, mi mi empenhado Rica você já é, você é meu abundante. A ti trocou-te a máquina mercante, Que em sua larga barra tem entrada, A mim foi-me trocando, e tem trocado, Tanto negócio e tanto negociante. Deste em tanto açúcar excelente Pelas drogas inúteis, que abelhuda Simples aceitas do sagaz Brichote. Oh se quisera Deus, que de repente Um dia amanhecer tão sisuda Que para algodão ou teu capote! À CIDADE DA BAHIA , de Gregório de Matos, produzido no contexto do século XVII, é um poema da seguinte fase literária: