Questões de Concursos Públicos - História

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Q62164 BIO-RIO - 2016 - Prefeitura de Mangaratiba - RJ - Técnico Administrativo
Ano: 2016
Banca: BIO-RIO
Matéria: História
Assunto: História Geral

“A colonização de todo o território brasileiro começou em ____, com o estabelecimento do sistema de capitanias ____. Mangaratiba fazia parte da capitania de São Vicente”. As lacunas ficam corretamente preenchidas por:
Q62163 BIO-RIO - 2016 - Prefeitura de Mangaratiba - RJ - Técnico Administrativo
Ano: 2016
Banca: BIO-RIO
Matéria: História
Assunto: História Geral

“A vida de Mangaratiba passou a sofrer fortes transformações em meado do século ____, devido à descoberta ___ em ____, ao comando político do marquês de Pombal, em Portugal, e ao governo do marquês de Lavradio no Rio de Janeiro”. As lacunas ficam corretamente preenchidas por:
Q62162 BIO-RIO - 2016 - Prefeitura de Mangaratiba - RJ - Técnico Administrativo
Ano: 2016
Banca: BIO-RIO
Matéria: História
Assunto: História Geral

“O desenvolvimento da região serrana de Mangaratiba está ligado à história de ocupação das terras da antiga cidade de São João Marcos que teve seu processo de povoamento originado pela necessidade de se abrir uma estrada ligando o Rio de Janeiro a São Paulo para evitar o risco do transporte do ouro pelo mar, de Paraty ao Rio de Janeiro, devido à presença de piratas. Esse caminho ficou denominado como “Caminho Novo” e, mais tarde, transformou-se na “Estrada Real de Santa Cruz”. (adap.) O texto refere-se a episódios ocorridos por volta de:
Q61636 IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - História
Ano: 2016
Banca: IV - UFG
Matéria: História
Assunto: História Geral

Leia o fragmento a seguir. O historiador escreve e esta escrita não é nem neutra nem transparente. Ela modela-se por meio de formas literárias, até mesmo por meio de figuras retóricas. Que o historiador tenha perdido sua inocência, que se deixe tomar como objeto, que se tome a si próprio como objeto, quem o lastimará? Resta que, se o discurso histórico não se ligasse, pela quantidade de intermediários que se queira, ao que chamaremos, na ausência de melhor palavra, o real, nós estaríamos sempre no discurso, mas este discurso deixaria de ser histórico. VIDAL-NAQUET, P. Les assassins de la mémoire. Apud CHARTIER, R. A verdade entre ficção e história. In: SALOMON, M. História, verdade e tempo. Chapecó: Argos, 2011. p. 363. Ao discutir a escrita da história, Vidal-Naquet rejeita
Q61635 IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - História
Ano: 2016
Banca: IV - UFG
Matéria: História
Assunto: História Geral

Leia o fragmento a seguir. Como definiu magistralmente Georges Lefèbvre, somente podemos propor novas explicações para os fenômenos históricos se conhecermos a historiografia, pois muito embora a escrita da história dependa da exploração de novas fontes ou da leitura de fontes já conhecidas sob uma ótica renovada, ela não depende menos do diálogo com todo um repertório de interpretações pré-existentes. SILVA, G. V. O fim do mundo antigo: uma discussão historiográfica. Mirabilia, n. 1, 2001. p. 59. De acordo com o fragmento, a escrita da história se realiza na análise das fontes e na
Q61634 IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - História
Ano: 2016
Banca: IV - UFG
Matéria: História
Assunto: História Geral

Leia o fragmento a seguir. O documento não é inócuo. É, antes de mais nada, o resultado de uma montagem, consciente ou inconsciente, da história, da época, da sociedade que o produziram, mas também das épocas sucessivas durante as quais continuou a viver, talvez esquecido, durante as quais continuou a ser manipulado, ainda que pelo silêncio. O documento é uma coisa que fica, que dura, e o testemunho, o ensinamento (para evocar a etimologia) que ele traz devem ser em primeiro lugar analisados, desmistificando- lhe o seu significado aparente. O documento é monumento. LE GOFF, J. Documento/Monumento. In: _____. História e memória. Campinas: Editora da Unicamp, 2003. p. 538. Nas considerações de Le Goff, o conceito de monumento destaca a relação entre o documento do passado e o
Q61632 IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - História
Ano: 2016
Banca: IV - UFG
Matéria: História
Assunto: História Geral

Leia o fragmento a seguir. Porém, quem afirmar que os Atenienses foram os salvadores da Grécia, não falta à verdade. Para qualquer dos dois partidos que se voltassem, se inclinaria a balança. Uma vez que escolheram que a Grécia continuasse livre, escolhendo assim, foram eles que despertaram todo o resto da Hélade, que não estava ao lado dos Medos, e eles que, depois dos deuses, repeliram o grande Rei. Nem mesmo os oráculos temíveis vindos de Delfos, que infundiam terror, os persuadiram a abandonar a Grécia, mas permaneceram, para deter o invasor e lhe fazer frente. HERÓDOTO. Apud MARTINS MELO, A. M. A conquista da liberdade: ecos das grandes batalhas na cultura greco-romana. Ágora. Estudos Clássicos em Debate, n. 11, 2009, p. 66. O texto que exalta o papel de Atenas na guerra contra o grande Rei, refere-se às guerras dos gregos contra os
Q61631 IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - História
Ano: 2016
Banca: IV - UFG
Matéria: História
Assunto: História Geral

Leia o fragmento a seguir. Julgou-se durante muito tempo que bastava, para explicar a sociedade medieval, recorrer à clássica divisão em três ordens: clero, nobreza e terceiro estado. É a noção que dão ainda os manuais de história: três categorias de indivíduos, bem definidas, tendo cada uma as suas atribuições próprias e nitidamente separadas umas das outras. Nada está mais afastado da realidade histórica. PERNOUD, R. Luz sobre a Idade Média. Lisboa: Publicações Europa-América, 1981. p. 13. No fragmento, Regine Pernoud critica a imagem de uma sociedade medieval
Q61630 IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - História
Ano: 2016
Banca: IV - UFG
Matéria: História
Assunto: História Geral

Leia o fragmento. Essa gente miserável começou a se sublevar porque alguns diziam que eram mantidos em grande servidão e que, no começo do mundo, não havia servos, viam-se como homens livres semelhantes aos seus senhores e não como bestas, motivo pelo qual não queriam mais sofrer. Pelo contrário, eles desejavam ser iguais e, se trabalhassem ou prestassem algum serviço para os seus senhores, queriam receber salários. FROISSART, J. Chroniques. Apud MACEDO, J. R. Movimentos populares na Idade Média. São Paulo: Moderna, 2003, p. 80. O fragmento relata uma revolta ocorrida na Inglaterra no ano de 1381, cuja principal motivação foi:
Q61629 IV - UFG - 2016 - Prefeitura de Goiânia - GO - PE II - História
Ano: 2016
Banca: IV - UFG
Matéria: História
Assunto: História Geral

Leia o fragmento a seguir. O Islão acrescenta um aspecto particular à tradição europeia: do séc. IX ao XII estudavam-se os escritos de Aristóteles com mais afinco e profundidade no mundo islâmico do que no ocidente cristão. MEISSNER, H. A Antiguidade cria laços. Iniciativa em favor de uma cultura humanística na Europa. Apud MELO, A. M. M. A conquista da liberdade: ecos das grandes batalhas na cultura greco-romana. Ágora. Estudos Clássicos em Debate, n. 11, 2009, p. 75. Disponível em: < http://www2.dlc.ua.pt/classicos/5.Melo.pdf >. Acesso em: 4 maio 2016. O texto se refere a um movimento ocorrido no contexto da