Questões de Concursos Públicos - Fonoaudiologia

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Q105647 FAFIPA - 2018 - Prefeitura de Paraíso do Norte - PR - Fonoaudiólogo
Ano: 2018
Banca: FAFIPA
Matéria: Fonoaudiologia
Assunto: Linguagem e Fala

Os testes dicóticos do processamento auditivo são caracterizados por possuírem estímulos de fala diferentes, apresentados às duas orelhas simultaneamente ou de maneira sobreposta. Assinale qual é o teste que NÃO contempla um teste dicótico:
Q105646 FAFIPA - 2018 - Prefeitura de Paraíso do Norte - PR - Fonoaudiólogo
Ano: 2018
Banca: FAFIPA
Matéria: Fonoaudiologia
Assunto: Linguagem e Fala

Piccoli e Camini (2012) salientam que a consciência fonológica pode ser agrupada como um conjunto de habilidades que permite à criança compreender e manipular unidades sonoras da língua, conseguindo segmentar unidades maiores em menores. Sobre a definição da sub-habilidade de Aliteração, assinale a alternativa CORRETA: 
Q105645 FAFIPA - 2018 - Prefeitura de Paraíso do Norte - PR - Fonoaudiólogo
Ano: 2018
Banca: FAFIPA
Matéria: Fonoaudiologia
Assunto: Linguagem e Fala

A fluência, por sua definição, refere-se ao fluxo contínuo e suave da produção da fala (Furquim de Andrade, 2011). Para avaliação da fluência, devem ser levantados alguns aspectos, como tipologia das rupturas, velocidade de fala e frequência das rupturas. Especificamente sobre a tipologia das rupturas, classifique como verdadeiro (V) ou falso (F) as afirmações a seguir e, em seguida, assinale a alternativa CORRETA: ( ) Hesitações: inclusão de sons, palavras ou frases irrelevantes no contexto da mensagem. (  ) Bloqueio: tempo inapropriado para iniciar um fonema ou à liberação de uma posição articulatória fixa.  (  ) Prolongamento: duração inapropriada de um fonema ou ao elemento de um ditongo, que pode ou não estar acompanhado por características qualitativas da fala. ( ) Repetição de segmentos: mudança no conteúdo ou na forma gramatical da mensagem ou na pronúncia da palavra.
Q105644 FAFIPA - 2018 - Prefeitura de Paraíso do Norte - PR - Fonoaudiólogo
Ano: 2018
Banca: FAFIPA
Matéria: Fonoaudiologia
Assunto: Motricidade Orofacial

As Disfunções Temporomandibulares (DTMs) são reconhecidas como um grupo de condições musculoesqueléticas e neuromusculares alteradas que envolvem as articulações temporomandibulares (ATMs), os músculos mastigatórios e todos os tecidos associados (Ferreira, Silva e Felício, 2016). Com relação às DTMs, assinale a alternativa INCORRETA: 
Q105643 FAFIPA - 2018 - Prefeitura de Paraíso do Norte - PR - Fonoaudiólogo
Ano: 2018
Banca: FAFIPA
Matéria: Fonoaudiologia
Assunto: Avaliação e Reabilitação Vestibular

O processamento auditivo central é um conjunto de habilidades específicas que permitem ao indivíduo realizar a análise dos eventos sonoros e interpretar o que ouve. Tais habilidades são: discriminação auditiva, localização e lateralização do som, reconhecimento de padrões auditivos, desempenho auditivo na presença de sinais acústicos competitivos e aspectos temporais da audição. Os aspectos temporais da audição são compostos por quatro subprocessos, EXCETO: 
Q105642 FAFIPA - 2018 - Prefeitura de Paraíso do Norte - PR - Fonoaudiólogo
Ano: 2018
Banca: FAFIPA
Matéria: Fonoaudiologia
Assunto: Motricidade Orofacial

Fissuras labiopalatinas constituem uma má formação congênita que ocorre em períodos embriológicos distintos, causadas por diversos agentes diferentes, destacando-se a hereditariedade, fatores tóxico-infecciosos, estresse emocional, radiação ionizante e algumas drogas (Silva et al. 2003). A respeito disso, assinale a alternativa CORRETA:
Q105641 FAFIPA - 2018 - Prefeitura de Paraíso do Norte - PR - Fonoaudiólogo
Ano: 2018
Banca: FAFIPA
Matéria: Fonoaudiologia
Assunto: Motricidade Orofacial

De acordo com as tipologias faciais de Cabrera e Enlow, classifique os tipos faciais e assinale a alternativa que corresponde à sequência CORRETA: I. Mesofacial. II. Dolicofacial. III. Braquifacial. ( ) Existe o predomínio do crescimento vertical, ou seja, há uma predominância dos vetores de crescimento e desenvolvimento da face no sentido inferior do que no anterior. (  ) Tipo de face em que os vetores de crescimento e desenvolvimento facial apresentam-se em harmonia com a face, crescendo e se desenvolvendo de modo equilibrado para baixo e para frente. ( ) Há um maior crescimento no sentido horizontal, onde o vetor de crescimento e desenvolvimento facial é maior no sentido anterior que no inferior, caracterizado pela musculatura forte contendo o vetor vertical.
Q105640 FAFIPA - 2018 - Prefeitura de Paraíso do Norte - PR - Fonoaudiólogo
Ano: 2018
Banca: FAFIPA
Matéria: Fonoaudiologia
Assunto: Voz

A escala japonesa GRBAS, amplamente divulgada por Hirano (1981), é usada internacionalmente por ser um método simples de avaliação da disfonia. Com relação à sigla GRBAS, classifique como verdadeiro (V) ou falso (F) as afirmações a seguir e, em seguida, assinale a alternativa CORRETA:  (   ) G: Grau global da disfonia. ( ) R: Presença ou não de rouquidão, justificase por irregularidade vibratória da mucosa das pregas vocais durante a fonação. ( ) B: Tensão (do inglês breathiness), associada ao esforço vocal por aumento da adução glótica. ( ) A: Astenia, correlacionada a hipofunção das pregas vocais e pouca energia na emissão. ( ) S: Soprosidade, corresponde à presença de ruído de fundo, audível e cujo correlato fisiológico mais frequente é a presença de fenda glótica.
Q105639 FAFIPA - 2018 - Prefeitura de Paraíso do Norte - PR - Fonoaudiólogo
Ano: 2018
Banca: FAFIPA
Matéria: Fonoaudiologia
Assunto: Fonoaudiologia Educacional

O brincar com os sons é uma atividade realizada com as crianças ouvintes desde o nascimento. Devem-se conduzir e proporcionar às crianças com deficiência auditiva as mesmas experiências auditivas no dia a dia. Com relação às atividades lúdicas que se podem oferecer às crianças com deficiências auditivas, de acordo com a faixa etária, analise as assertivas a seguir e, em seguida, assinale a alternativa CORRETA: I. Por volta do sexto mês, o objetivo inicial é praticar a habilidade de escuta, sendo que a detecção é a primeira habilidade a ser desenvolvida, considerada um alicerce para as demais habilidades. II. Em torno de 18 meses, a meta terapêutica é ampliar o universo de linguagem e reconhecimento incialmente em conjunto fechado (closed-set) em que o terapeuta apresenta para a criança atividades de múltipla escolha, promovendo o reconhecimento de onomatopeias, vogais, consoantes, palavras e frases, por exemplo. III. A partir de 3 anos, pode-se trabalhar com conceitos iniciais. Dependendo da maturidade da criança, pode-se introduzir na terapia o trabalho com conceitos iniciais como números, cores, formas, tamanhos, quantidade, categorização, partes do corpo, igualdade, entre outros. IV. Por volta dos 4 anos de idade, a habilidade de compreensão auditiva é concluída. Essa habilidade é adquirida quando a criança entende o significado da linguagem no discurso oral. A compreensão auditiva é a síntese, a sobreposição de todas as habilidades anteriormente descritas. Para a criança chegar à compreensão da linguagem, necessita utilizar não só as habilidades auditivas, mas também associá-las a elementos da situação e do contexto da mensagem.
Q105638 FAFIPA - 2018 - Prefeitura de Paraíso do Norte - PR - Fonoaudiólogo
Ano: 2018
Banca: FAFIPA
Matéria: Fonoaudiologia
Assunto: Linguagem e Fala

Relacione o desenvolvimento da audição com o desenvolvimento de linguagem por cada faixa etária e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA: 1. De 0 a 3 meses, o bebê reage para sons de forte intensidade e se assusta com sons fortes e barulhos inesperados.  2. De 3 a 6 meses, a resposta de alerta aos sons é mais fácil de ser observada. O bebê procura sons à sua volta e reconhece mudanças na tonalidade da voz da mãe ou do pai. Próximo aos seis meses, o bebê apresenta atenção aos ruídos do ambiente, atende ao próprio nome e localiza a fonte sonora. 3. Aos 9 meses, o bebê reage de maneira diferente para sons fracos e fortes, localiza e reconhece sons familiares. Pode responder ao próprio nome quando é chamado e demonstra entendimento de palavras simples, como  "mamãe",  "papai" , " tchau" e " não". 4. Com 12 meses, o bebê associa sons a objetos, entende comandos simples e reconhece algumas palavras como, por exemplo, "não", "papá", "mamãe", "papai", "vovó" e "vovô". 5. Com 18 meses, a criança entende frases simples e pode apanhar objetos familiares quando é solicitada. Nesta fase, por exemplo, a criança já reconhece e aponta para partes do corpo sem a necessidade de gestos ou pistas visuais. 6. Aos 2 anos, a criança atende e realiza ordens simples quando solicitada e responde corretamente às perguntas feitas pelo interlocutor. Consegue sentar e escutar histórias e músicas simples. O tempo de atenção ainda é curto. 7. Entre 3 a 5 anos, a criança entende tudo que é falado pelo adulto e pergunta quando não compreende. (  ) Início do balbucio, fase em que a criança começa a brincar com a produção de sons sem sentido. Aos seis meses, o balbucio tende a mudar, passando para a produção de sons agora com padrões de repetição e algum significado. Nessa fase, o bebê grita, mostrando satisfação com a própria emissão. (  ) O bebê chora quando quer alguma coisa e se acalma ao ouvir a voz da mãe. (  ) Início da produção das primeiras palavras. Aponta para brinquedos e alimentos favoritos quando solicitado. ( ) Bate palmas, joga beijo quando solicitado e reclama quando é contrariado. Começa a imitar sons produzidos pelo adulto e sons de animais durante as brincadeiras, por exemplo. (  ) Começa a utilizar frases curtas para se fazer entender e o vocabulário aumenta para cerca de 20 a 50 palavras. ( ) A linguagem falada é utilizada constantemente para expressar desejos, refletir emoções, informar e fazer perguntas. Tem início a utilização de sentenças mais complexas e com sentido, além do uso do plural. É comum que a criança fale de si mesmo na 3ª pessoa. ( ) Ocorre um aumento importante do vocabulário falado, a criança se comunica com uso de sentenças simples, a fala já deve ser entendida por adultos que não estão em contato direto com a criança. É a fase em que a criança é bastante possessiva e nem sempre aceita compartilhar objetos com outras crianças.