Questões de Concursos Públicos - Comunicação Social
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Q48297
CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão:
UFG
Banca:
IV - UFG
Matéria:
Comunicação Social
Assunto: Gêneros e Formatos Jornalísticos
É considerada um gênero opinativo tipicamente brasileiro
cujas características são definidas como “Relato poético
do real, situado na fronteira entre informação de atualidade e narração literária” (MELO, 2003, p. 148-149), constituindo-se de narrativas breves que se caracterizam pela fidelidade ao cotidiano e pela crítica social. Essas características definem a
Q48295
CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão:
UFG
Banca:
IV - UFG
Matéria:
Comunicação Social
Assunto: Gêneros e Formatos Jornalísticos
Leia a definição a seguir.
“As notícias são um processo de produção, definido como
a percepção, seleção e transformação de uma matéria-prima (acontecimento) em produto (notícia)” (TRAQUINA,
2005, p. 180).
Esse conceito define a teoria
Q48293
CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão:
UFG
Banca:
IV - UFG
Matéria:
Comunicação Social
Assunto: Gêneros e Formatos Jornalísticos
O uso da pauta nas redações de jornais brasileiros se generalizou a partir da década de 1970. Segundo Lage
(2001, p. 39), a origem das pautas de notícias está nos
eventos programados, eventos continuados, desdobramentos de fatos geradores de interesse e fatos constatados por observação direta. Já as pautas de reportagens
são elaboradas a partir de fatos geradores de interesse
editorial. Segundo o autor, o objetivo primordial da pauta é
planejar
Q48292
CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão:
UFG
Banca:
IV - UFG
Matéria:
Comunicação Social
Assunto: Gêneros e Formatos Jornalísticos
A entrevista como técnica de apuração da notícia e obtenção da informação, segundo Lage (2001), pode ser classificada de acordo com as circunstâncias. A que é considerada a entrevista por excelência ocorre em ambiente controlado, sem hierarquia imposta pela disposição de móveis
ou outros aparatos. Nela, o tom da conversa é estabelecido por entrevistador e entrevistado, o que permite o aprofundamento e detalhamento dos pontos abordados. Essa
descrição refere-se à entrevista
Q48291
CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão:
UFG
Banca:
IV - UFG
Matéria:
Comunicação Social
Assunto: Rotinas Produtivas do Jornalismo
A apuração e a investigação jornalística requerem um processo de abordagem das fontes de informação. Um dos
métodos que indica o passo a passo da apuração pela ordem de importância foi proposto por Jacques Mouriquand,
conhecido como método caracol ou círculos informacionais (PEREIRA JUNIOR, 2006, p. 85). Nesse método, as
fontes devem ser consultadas na seguinte ordem de
abordagem:
Q48284
CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão:
UFG
Banca:
IV - UFG
Matéria:
Comunicação Social
Assunto: Gêneros e Formatos Jornalísticos
“O valor-notícia é um conjunto de características que desperta atenção, provoca o interesse ou confere relevância a
determinados fatos que serão reunidos sob forma de um
produto específico do jornalismo, a notícia” (MENDONÇA
JORGE, 2008, p. 28). O valor-notícia, ou critério de noticiabilidade, de acordo com Pena (2005), que se pauta pela importância ou pelo destaque das pessoas na sociedade, é a
Q48281
CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista
Ano: 2015
Órgão:
UFG
Banca:
IV - UFG
Matéria:
Comunicação Social
Assunto: Linguagens e Suportes Midiáticos
“No cenário da globalização contemporânea, a consequência mais evidente da convergência tecnológica no setor de comunicações é a enorme e sem precedentes concentração da propriedade, que provoca a consolidação e a
emergência de um reduzido número de megaempresas
mundiais” (LIMA, 2004, p. 91). No Brasil, isso é potencializado pela desregulamentação do setor, no qual ocorre a
propriedade de diferentes tipos de mídia do setor de comunicações por apenas um grupo empresarial ou familiar.
Esse tipo de concentração, considerado ilegal em muitos
países, dentre eles, França, Itália e Reino Unido, é conhecido como
Q48196
VUNESP - 2015 - Câmara de São José do Rio Preto - SP - Jornalista
Segundo Vera Íris Paternostro (O Texto na TV), para
passar a informação com entendimento exato e correto, o redator de telejornalismo deve evitar o uso da
catacrese, como no exemplo a seguir:
Q48195
VUNESP - 2015 - Câmara de São José do Rio Preto - SP - Jornalista
Chantler & Stewart (Fundamentos do Radiojornalismo)
asseguram que “a grande força do rádio é [...]. Estamos
escrevendo notícias e não história. Portanto, o uso do
tempo presente, que dá a impressão de que o fato está
acontecendo agora, geralmente é apropriado, em especial nas primeiras linhas do relato.”
Os autores referem-se à característica da linguagem
radiofônica que valoriza
Q48192
VUNESP - 2015 - Câmara de São José do Rio Preto - SP - Jornalista
Segundo Herbert Zettl (Manual de Produção de Televisão),
“para absorver a força do forte vetor de índice criado pela
pessoa que está olhando em direção à borda da tela, é
preciso deixar algum noseroom”, isto é,