Questões de Concursos Públicos - VUNESP - 2025 - SES - SP - Residência Médica - Acesso Direto
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Q244082
VUNESP - 2025 - SES - SP - Residência Médica - Acesso Direto
Foram realizados cinco estudos prospectivos de coorte
para examinar a associação entre vaginose bacteriana
e parto prematuro. Os resultados desses cinco estudos
hipotéticos são ilustrados na figura a seguir e são expressos como riscos relativos (RR) com intervalos de confiança de 95%: Considerando o exposto, os estudos que provavelmente
apresentam a menor amostra e a maior significância
estatística, respectivamente, são:
Q244081
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Homem transgênero de 51 anos com histórico de depressão e tabagismo comparece para acompanhamento
anual. Ele fez a transição social aos 18 anos e tem feito o
tratamento semanal com testosterona subcutânea desde
então. O tratamento de afirmação de gênero incluiu histerectomia e ooforectomia, além do uso de bandagens
para diminuir o tamanho dos seios. Ele diz estar feliz com
seu humor, a masculinização geral e a aparência física.
Ao exame físico: sinais vitais normais: IMC: 29,5 kg/m²;
aparência totalmente masculinizada; seios no estágio 5
de Tanner e uso de um colete; sua pontuação no Ferriman-Gallwey é 24. Os resultados laboratoriais anuais
dos hormônios sexuais estão normais. Nesse momento,
constitui a próxima conduta adequada:
Q244080
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Homem de 78 anos, viúvo há 2 anos, reside sozinho, tem
hipertensão, diabetes, osteoartrite sintomática em ambos
os joelhos e hiperplasia prostática benigna. Na consulta
de retorno, relata episódio de queda em casa há um mês.
A queda ocorreu sem perda de consciência, ao se levantar rapidamente do sofá, resultando em contusões leves,
sem fraturas. Queixa-se também de “tontura” ocasional,
principalmente ao mudar de postura, e dor nos joelhos
que limita sua capacidade de realizar caminhadas mais
longas, impactando suas atividades sociais. Medicações
em uso: losartana (50 mg/dia); clortalidona (25 mg/dia);
glibenclamida (10 mg/dia); metformina (2.550 mg/dia);
doxazosina (4 mg à noite); diclofenaco (50 mg, 1 cp/dia,
utilizado de forma intermitente “quando a dor aperta”).
Ao exame físico: pressão arterial: 132 x 78 mmHg (sentado), 110 x 68 mmHg (em pé, após 1 minuto); frequência cardíaca: 72 bpm; IMC: 28 kg/m2
; teste Timed Up
and Go: realizado em 15 segundos, com alguma dificuldade para se levantar da cadeira. Exames séricos
atuais: HbA1c: 7,0%; creatinina: 1,3 mg/dL (clearance:
55 mL/min/1.73m2
). Caderneta de vacinação: registros
da infância e algumas doses de reforço da vacina dupla
adulto (dT), porém desatualizada.
Considerando o cenário clínico apresentado e as diretrizes mais recentes para a promoção do envelhecimento
saudável e prevenção de complicações na atenção primária à saúde, a melhor conduta é
Q244079
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Homem de 48 anos comparece à UBS para uma consulta de rotina. Relata um trabalho de alta demanda com
rotina predominantemente sedentária e uma dieta com
consumo frequente de alimentos processados e ultraprocessados. Refere consumo de 3 a 4 latas de cerveja
durante os fins de semana. Nega tabagismo. Possui histórico familiar de pai com infarto agudo do miocárdio aos
55 anos. A pressão arterial, aferida em 3 ocasiões distintas durante a consulta, seguindo a técnica recomendada,
apresenta média de 128 x 84 mmHg. IMC: 28,5 kg/m2
e
circunferência abdominal: 99 cm. Exames séricos recentes: colesterol total: 210 mg/dL; HDL: 42 mg/dL; triglicerídeos: 160 mg/dL; glicemia de jejum: 98 mg/dL.
Segundo o exposto, é correto afirmar:
Q244078
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Homem de 52 anos é atendido na UBS em consulta de
rotina e manifesta o desejo de discutir a obesidade. Ele
controla o peso desde criança e lembra-se de ter feito
sua primeira dieta aos 10 anos. O menor peso na idade
adulta foi de 91 kg, e o mais alto de 139 kg. Relata ter
ganhado e perdido pelo menos 25 kg em várias ocasiões
ao longo da vida. O peso atual é 110 kg. Refere que tem
reduzido diligentemente a ingestão calórica e estima consumir cerca de 1.800 kcal por dia; passeia com o cachorro
várias vezes por semana. Ele está mantendo seu peso,
mas deseja perder mais e mantê-lo a longo prazo. Não
há uso de medicamento. Ao exame físico: pressão arterial: 120 x 85 mmHg; altura: 175 cm; peso: 110 kg; a
obesidade está distribuída preferencialmente na parte
inferior do corpo; não há estigmas de hipercortisolismo.
Exames séricos atuais: glicemia de jejum: 90 mg/dL; perfil da tireoide: normal. O gasto energético basal estimado
é de 1.940 kcal/dia. Medidas dietéticas e de mudança de
hábitos são iniciadas.
Constitui a próxima intervenção adicional de maior utilidade a ser recomendada para esse paciente atingir seus
objetivos de perda de peso:
Q244077
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Homem de 52 anos atua, há 25 anos, na aplicação de
agrotóxicos em lavouras de grande escala. Ele relata
contato frequente com defensivos dos grupos organofosforados e carbamatos, muitas vezes com equipamento
de proteção individual inadequado. Nos últimos dois
anos, vem apresentando fraqueza muscular progressiva,
fasciculações, dores de cabeça persistentes e lapsos
de memória. Ele evolui com episódio de tontura intensa,
visão turva e dificuldade respiratória durante a jornada
de trabalho, sendo hospitalizado. O exame físico revela:
miose simétrica, bradicardia, salivação excessiva e tremores nas extremidades.
Considerando o quadro clínico e o histórico ocupacional
apresentados, é correto afirmar que
Q244076
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Homem de 68 anos apresenta-se para uma consulta de
seguimento de rotina na UBS/Estratégia de Saúde da
Família. Ele tem Doença Pulmonar Ostrutiva Crônica
(DPOC) diagnosticado, há oito anos, e tabagismo de
35 maços-ano, tendo cessado o consumo de tabaco há
cinco anos. Atualmente, a terapêutica consiste de tiotrópio e salmeterol (LAMA + LABA), ao qual demonstra boa
adesão. Apesar da terapêutica correta, o paciente relata
dispneia persistente que impacta significativamente a sua
qualidade de vida. A pontuação na escala de dispneia
do Modified Medical Research Council (mMRC) é de 3.
Essa limitação afeta a sua capacidade de realizar tarefas
domésticas e atividades de lazer. No último ano, ele teve
uma exacerbação moderada, que foi gerida em ambulatório com um ciclo de corticosteroide e antibioterapia
orais. Os resultados laboratoriais recentes são notáveis
por contagem sérica de eosinófilos de 96 células/mm3
. O
paciente reside numa região caracterizada por invernos
frios e verões quentes e úmidos, com alertas esporádicos
sobre a qualidade do ar devido a incêndios florestais em
áreas vizinhas.
A partir do quadro clínico apresentado, é correto afirmar
que a conduta de escolha é
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