Questões de Concursos Públicos - VUNESP - 2025 - FAMEMA - Residência Médica - Áreas Básicas e Acesso Direto
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Q244666
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Durante uma hernioplastia incisional com conteúdo
intestinal no saco herniário, a cirurgiã principal, chefe da
equipe, solicita um instrumento para apreensão delicada
de tecido intestinal, sem causar trauma nem perfuração.
A instrumentadora, aluna do internato, oferece uma pinça
de Kocher, mas a cirurgiã recusa.
Qual das seguintes pinças é a mais apropriada para atender a solicitação da cirurgiã?
Q244665
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Será realizada uma segmentectomia hepática em um
paciente com hepatocarcinoma localizado. O cirurgião
principal é canhoto, e sua equipe deve preparar a mesa
de instrumentação cirúrgica de forma ergonômica e
segura para o procedimento. O instrumentador, destro e
acostumado com cirurgiões destros, organiza o material
como de rotina.
Das medidas indicadas a seguir, aquela que representa
a adequação correta da montagem da mesa para o cirurgião canhoto, nesse tipo de cirurgia, é:
Q244664
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Mulher de 26 anos dá entrada na emergência referindo
dor abdominal súbita de forte intensidade há 40 minutos, acompanhada de sudorese, palidez cutaneomucosa, tontura e mal estar geral. Refere atraso menstrual
há cerca de 8 semanas. Sinais vitais: PA: 90/55 mmHg;
FC: 132 bpm; FR: 26 mrpm. Exame físico: dor à palpação
abdominal difusamente, DB +, toque vaginal com abaulamento dos fundos de saco. Sinal de Proust positivo. Solicitado ultrassom (imagem demonstrada a seguir). (Tissiani, J.; Martins, W . P. et al. Experts in Ultrasound Reviews and
Perspectives 1(2):100-106 DOI:10.4281/eurp.2009.02.07)
A conduta a ser realizada com a paciente deverá ser:
Q244663
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Mulher, 42 anos, queixa-se de fadiga progressiva com
diplopia ao final do dia há 6 meses. Exame neurológico
sugere fraqueza fatigável; sorologia para anticorpo anti-
-receptor de acetilcolina é positiva. Radiografia de tórax
mostra alargamento do mediastino anterior. A tomografia computadorizada de tórax com contraste mostra uma
massa encapsulada no mediastino anterior, sem invasão
evidente de estruturas adjacentes (imagem demonstrada a seguir). Não há adenomegalias mediastinais
perceptíveis. (Townsend Jr., C. M.; Beauchamp, R.D.; B. Evers, M. and Mattox, K.L.
Sabiston - Tratado de Cirurgia. 20a
Edição, Ed. Elsevier, 2019, pg. 2506)
Qual a conduta mais adequada para esse caso?
Q244662
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Homem de 48 anos procura o pronto-atendimento com
história de dor anal intensa, sangramento vivo durante as
evacuações e exteriorização de massas anais há cerca
de 2 anos, com piora progressiva nos últimos meses.
Refere que as massas não mais reduzem espontaneamente, sendo necessário empurrá-las manualmente
após evacuar. Ao exame físico, observam-se três mamilos hemorroidários volumosos, congestos e parcialmente
trombosados, localizados nos pontos clássicos (3, 7 e
11 horas), além de componente externo importante e
prolapso mucoso irreversível. Após estabilização clínica
e exclusão de outras causas de sangramento, indica-se
tratamento cirúrgico definitivo.
A equipe opta pela técnica de Milligan–Morgan, que consiste em
Q244661
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Mulher de 59 anos consulta-se com clínico geral por
apresentar nódulo tireoidiano incidental em ultrassom de
rotina. Está assintomática. No exame cervical, a tireoide
está tópica, fibroelástica, de volume habitual. Nota-se,
à palpação de lobo esquerdo, a presença de nódulo
de consistência endurecida, medindo cerca de 2,5 cm,
móvel e indolor. Ultrassonografia de tireoide: presença de
nódulo sólido, hipoecoico, com halo incompleto, mais alto
do que largo, com vascularização central e microcalcificações de permeio medindo 2,5 x 1,4 cm em 1/3 médio
do lobo esquerdo.
Em relação a esse caso, assinale a alternativa correta.
Q244660
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Lactente, sexo masculino, 1 ano e 3 meses de idade, está
em consulta de puericultura. Mãe traz queixa que ele desperta 4 a 5 vezes por noite e só readormece mamando
no seio materno. Durante o dia, permanece em creche
em horário integral, onde cuidadores referem que ele faz
3 cochilos curtos, de aproximadamente 40 minutos, iniciando e encerrando o sono sem necessidade de ajuda.
Em casa, após chegar da creche, a mãe diz que ele fica
muito mais agitado, quer andar de um lado para o outro
da casa, ela nota que ele fica mais ativo ao anoitecer.
Tem dificuldade de oferecer o jantar e o leite noturno, só
consegue colocando-o para assistir telas para acalmar.
Também usa a estratégia da tela do celular para mantê-lo
deitado no seu colo e conseguir fazê-lo dormir. Há noites
em que ele dorme antes das 22 h, mas em outras noites
passa da meia-noite. Ao exame clínico, nenhuma alteração significativa. Crescimento e desenvolvimento compatíveis com a idade.
A mãe solicita “alguma medicação para ajudá-lo a dormir”.
Qual é a conduta adequada?
Q244659
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Pré-escolar, sexo feminino, 3 anos de idade, apresenta
lesões eczematosas pruriginosas desde os 6 meses de
vida, que geralmente pioram na época do inverno. Nas
últimas duas semanas, surgiram pápulas eritematosas
exsudativas com crostas melicéricas em fossas cubitais
e poplíteas. Mãe relata prurido intenso, que piora após
banho quente.
Ao exame clínico, apresenta áreas de liquenificação,
escoriações e crostas amareladas em membros superiores e inferiores.
Com base no diagnóstico mais provável, a conduta adequada é
Q244658
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Escolar, sexo feminino, 7 anos e 4 meses de idade, previamente hígida, é trazida à consulta de rotina com relato
que apresenta desenvolvimento mamário há 5 meses.
Não apresenta outras queixas. Faz uso diário de vitamina D, 600 UI/dia, nega uso de qualquer outra medicação, seja sistêmica ou tópica. Ao exame clínico, nota-se estágio puberal M2P1. Estatura acima do percentil 97 pelas curvas adequadas da
OMS, peso entre percentil 85 e 97. Nota-se que houve
ganho de 4 cm de estatura nos últimos 6 meses. Realizada radiografia de punho esquerdo para determinação de idade óssea, laudo compatível com 10 anos.
Com base nesses achados, o diagnóstico mais provável é
Q244657
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Adolescente, sexo feminino, 15 anos de idade, veio à
Unidade Básica de Saúde (UBS) acompanhada de uma
prima para consulta de rotina. Ela entra na consulta sozinha para atendimento. Tem antecedente de asma e faz
uso de corticoide inalatório em baixa dose associado
a beta-2 de longa ação de forma contínua (formoterol
6 mcg + budesonida 200 mcg de 12 em 12 horas). Ela
refere preocupação com tosse iniciada há uma semana,
sem coriza ou febre. Ao questionar possíveis desencadeantes para a tosse, ela conta que tudo começou após
fumar um cigarro de maconha na casa de um amigo há
uma semana. Diz que foi uma única vez e que não pretende repetir, justamente por causa dessa tosse. Ela só
demonstra preocupação com a reação dos pais se soubessem do evento e pede que essas informações não
sejam compartilhadas com eles.
Do ponto de vista ético, qual deve ser a conduta neste
caso?