Questões de Concursos Públicos - VUNESP - 2018 - Câmara de São Joaquim da Barra - SP - Encarregado de Recursos Humanos

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Q94662 VUNESP - 2018 - Câmara de São Joaquim da Barra - SP - Encarregado de Recursos Humanos
Ano: 2018
Banca: VUNESP
Matéria: Português
Assunto: Interpretação de Textos

À vista dos elementos textuais da tira, é correto concluir que,
Q94661 VUNESP - 2018 - Câmara de São Joaquim da Barra - SP - Encarregado de Recursos Humanos
Ano: 2018
Banca: VUNESP
Matéria: Português
Assunto: Morfologia - Verbos

Assinale a alternativa que emprega corretamente as formas verbais presentes no texto, preenchendo as lacunas do seguinte enunciado. ___Para que _____ Killer Joe com chance de sucesso, seria necessário que o pequeno Grump também _____ o grandalhão. Mas o público considera pouco provável que ele o _____ ou _____.
Q94659 VUNESP - 2018 - Câmara de São Joaquim da Barra - SP - Encarregado de Recursos Humanos
Ano: 2018
Banca: VUNESP
Matéria: Português
Assunto: Interpretação de Textos

Leia o texto, para responder às questões de números 03 a 09. Uma história literária do fanatismo ___A palavra “fanático” nem sempre foi um insulto ou uma acusação: até onde se sabe, pode ter começado como uma espécie de elogio. O termo latino fanaticus vem de fanus – um altar ou um santuário. Designava o benfeitor de um templo, ou um indivíduo diretamente inspirado pelos deuses; um mecenas das artes sacras ou um artista invulgarmente talentoso poderiam ser, a sua maneira, fanáticos. ___Cícero, no século I a.C., talvez tenha sido o primeiro a usar a palavra de forma pejorativa – numa de suas orações, o termo vira sinônimo de supersticioso. ___Centenas de anos depois, Voltaire chegou a uma definição mais próxima daquela que usamos hoje. “O fanatismo é uma doença da mente, que se transmite da mesma forma que a varíola”, escreve no Dicionário Filosófico, de 1764. “Não se transmite tanto por livros quanto por discursos e reuniões. Raramente nos sentimos exaltados quando estamos lendo sozinhos, com a mente tranquila e sedada.” ___Não sei até que ponto concordo com a indulgência plenária que Voltaire concede aos livros: poderíamos encher uma razoável biblioteca com obras que inspiraram paixões sangrentas. Mas o iluminista francês parece aproximar-se de uma verdade atemporal ao apontar a natureza gregária e contagiosa do fanatismo. Como uma força da natureza, essa praga mental se propaga pela ânsia exacerbada de unanimidade e pelo horror ao pensamento independente. Um contágio mais propenso a afetar manadas do que eremitas. (José Francisco Botelho. Veja, 25.04.2018. Adaptado) É correto deduzir do texto que,
Q94658 VUNESP - 2018 - Câmara de São Joaquim da Barra - SP - Encarregado de Recursos Humanos
Ano: 2018
Banca: VUNESP
Matéria: Português
Assunto: Interpretação de Textos

Leia o texto, para responder às questões de números 03 a 09. Uma história literária do fanatismo ___A palavra “fanático” nem sempre foi um insulto ou uma acusação: até onde se sabe, pode ter começado como uma espécie de elogio. O termo latino fanaticus vem de fanus – um altar ou um santuário. Designava o benfeitor de um templo, ou um indivíduo diretamente inspirado pelos deuses; um mecenas das artes sacras ou um artista invulgarmente talentoso poderiam ser, a sua maneira, fanáticos. ___Cícero, no século I a.C., talvez tenha sido o primeiro a usar a palavra de forma pejorativa – numa de suas orações, o termo vira sinônimo de supersticioso. ___Centenas de anos depois, Voltaire chegou a uma definição mais próxima daquela que usamos hoje. “O fanatismo é uma doença da mente, que se transmite da mesma forma que a varíola”, escreve no Dicionário Filosófico, de 1764. “Não se transmite tanto por livros quanto por discursos e reuniões. Raramente nos sentimos exaltados quando estamos lendo sozinhos, com a mente tranquila e sedada.” ___Não sei até que ponto concordo com a indulgência plenária que Voltaire concede aos livros: poderíamos encher uma razoável biblioteca com obras que inspiraram paixões sangrentas. Mas o iluminista francês parece aproximar-se de uma verdade atemporal ao apontar a natureza gregária e contagiosa do fanatismo. Como uma força da natureza, essa praga mental se propaga pela ânsia exacerbada de unanimidade e pelo horror ao pensamento independente. Um contágio mais propenso a afetar manadas do que eremitas. (José Francisco Botelho. Veja, 25.04.2018. Adaptado) De acordo com informações do texto, é correto afirmar que o sentido que Cícero atribui à palavra “fanático”
Q94657 VUNESP - 2018 - Câmara de São Joaquim da Barra - SP - Encarregado de Recursos Humanos
Ano: 2018
Banca: VUNESP
Matéria: Português
Assunto: Interpretação de Textos

Leia o texto, para responder às questões de números 03 a 09. Uma história literária do fanatismo ___A palavra “fanático” nem sempre foi um insulto ou uma acusação: até onde se sabe, pode ter começado como uma espécie de elogio. O termo latino fanaticus vem de fanus – um altar ou um santuário. Designava o benfeitor de um templo, ou um indivíduo diretamente inspirado pelos deuses; um mecenas das artes sacras ou um artista invulgarmente talentoso poderiam ser, a sua maneira, fanáticos. ___Cícero, no século I a.C., talvez tenha sido o primeiro a usar a palavra de forma pejorativa – numa de suas orações, o termo vira sinônimo de supersticioso. ___Centenas de anos depois, Voltaire chegou a uma definição mais próxima daquela que usamos hoje. “O fanatismo é uma doença da mente, que se transmite da mesma forma que a varíola”, escreve no Dicionário Filosófico, de 1764. “Não se transmite tanto por livros quanto por discursos e reuniões. Raramente nos sentimos exaltados quando estamos lendo sozinhos, com a mente tranquila e sedada.” ___Não sei até que ponto concordo com a indulgência plenária que Voltaire concede aos livros: poderíamos encher uma razoável biblioteca com obras que inspiraram paixões sangrentas. Mas o iluminista francês parece aproximar-se de uma verdade atemporal ao apontar a natureza gregária e contagiosa do fanatismo. Como uma força da natureza, essa praga mental se propaga pela ânsia exacerbada de unanimidade e pelo horror ao pensamento independente. Um contágio mais propenso a afetar manadas do que eremitas. (José Francisco Botelho. Veja, 25.04.2018. Adaptado) No contexto das expressões destacadas no último parágrafo, os adjetivos gregária e exacerbada significam, correta e respectivamente,
Q94656 VUNESP - 2018 - Câmara de São Joaquim da Barra - SP - Encarregado de Recursos Humanos
Ano: 2018
Banca: VUNESP
Matéria: Português
Assunto: Pontuação

Leia o texto, para responder às questões de números 03 a 09. Uma história literária do fanatismo ___A palavra “fanático” nem sempre foi um insulto ou uma acusação: até onde se sabe, pode ter começado como uma espécie de elogio. O termo latino fanaticus vem de fanus – um altar ou um santuário. Designava o benfeitor de um templo, ou um indivíduo diretamente inspirado pelos deuses; um mecenas das artes sacras ou um artista invulgarmente talentoso poderiam ser, a sua maneira, fanáticos. ___Cícero, no século I a.C., talvez tenha sido o primeiro a usar a palavra de forma pejorativa – numa de suas orações, o termo vira sinônimo de supersticioso. ___Centenas de anos depois, Voltaire chegou a uma definição mais próxima daquela que usamos hoje. “O fanatismo é uma doença da mente, que se transmite da mesma forma que a varíola”, escreve no Dicionário Filosófico, de 1764. “Não se transmite tanto por livros quanto por discursos e reuniões. Raramente nos sentimos exaltados quando estamos lendo sozinhos, com a mente tranquila e sedada.” ___Não sei até que ponto concordo com a indulgência plenária que Voltaire concede aos livros: poderíamos encher uma razoável biblioteca com obras que inspiraram paixões sangrentas. Mas o iluminista francês parece aproximar-se de uma verdade atemporal ao apontar a natureza gregária e contagiosa do fanatismo. Como uma força da natureza, essa praga mental se propaga pela ânsia exacerbada de unanimidade e pelo horror ao pensamento independente. Um contágio mais propenso a afetar manadas do que eremitas. (José Francisco Botelho. Veja, 25.04.2018. Adaptado) Na passagem – Não sei até que ponto concordo com a indulgência plenária que Voltaire concede aos livros: poderíamos encher uma razoável biblioteca com obras que inspiraram paixões sangrentas. – os dois-pontos introduzem uma sequência contendo
Q94655 VUNESP - 2018 - Câmara de São Joaquim da Barra - SP - Encarregado de Recursos Humanos
Ano: 2018
Banca: VUNESP
Matéria: Português
Assunto: Interpretação de Textos

Leia o texto, para responder às questões de números 03 a 09. Uma história literária do fanatismo ___A palavra “fanático” nem sempre foi um insulto ou uma acusação: até onde se sabe, pode ter começado como uma espécie de elogio. O termo latino fanaticus vem de fanus – um altar ou um santuário. Designava o benfeitor de um templo, ou um indivíduo diretamente inspirado pelos deuses; um mecenas das artes sacras ou um artista invulgarmente talentoso poderiam ser, a sua maneira, fanáticos. ___Cícero, no século I a.C., talvez tenha sido o primeiro a usar a palavra de forma pejorativa – numa de suas orações, o termo vira sinônimo de supersticioso. ___Centenas de anos depois, Voltaire chegou a uma definição mais próxima daquela que usamos hoje. “O fanatismo é uma doença da mente, que se transmite da mesma forma que a varíola”, escreve no Dicionário Filosófico, de 1764. “Não se transmite tanto por livros quanto por discursos e reuniões. Raramente nos sentimos exaltados quando estamos lendo sozinhos, com a mente tranquila e sedada.” ___Não sei até que ponto concordo com a indulgência plenária que Voltaire concede aos livros: poderíamos encher uma razoável biblioteca com obras que inspiraram paixões sangrentas. Mas o iluminista francês parece aproximar-se de uma verdade atemporal ao apontar a natureza gregária e contagiosa do fanatismo. Como uma força da natureza, essa praga mental se propaga pela ânsia exacerbada de unanimidade e pelo horror ao pensamento independente. Um contágio mais propenso a afetar manadas do que eremitas. (José Francisco Botelho. Veja, 25.04.2018. Adaptado) Assinale a alternativa que substitui, respectivamente e de acordo com a norma-padrão de regência, as expressões destacadas nas passagens – a indulgência plenária que Voltaire concede aos livros / Mas o iluminista francês parece aproximar-se de uma verdade atemporal / Um contágio mais propenso a afetar manadas do que eremitas.
Q94654 VUNESP - 2018 - Câmara de São Joaquim da Barra - SP - Encarregado de Recursos Humanos
Ano: 2018
Banca: VUNESP
Matéria: Português
Assunto: Morfologia

Leia o texto, para responder às questões de números 03 a 09. Uma história literária do fanatismo ___A palavra “fanático” nem sempre foi um insulto ou uma acusação: até onde se sabe, pode ter começado como uma espécie de elogio. O termo latino fanaticus vem de fanus – um altar ou um santuário. Designava o benfeitor de um templo, ou um indivíduo diretamente inspirado pelos deuses; um mecenas das artes sacras ou um artista invulgarmente talentoso poderiam ser, a sua maneira, fanáticos. ___Cícero, no século I a.C., talvez tenha sido o primeiro a usar a palavra de forma pejorativa – numa de suas orações, o termo vira sinônimo de supersticioso. ___Centenas de anos depois, Voltaire chegou a uma definição mais próxima daquela que usamos hoje. “O fanatismo é uma doença da mente, que se transmite da mesma forma que a varíola”, escreve no Dicionário Filosófico, de 1764. “Não se transmite tanto por livros quanto por discursos e reuniões. Raramente nos sentimos exaltados quando estamos lendo sozinhos, com a mente tranquila e sedada.” ___Não sei até que ponto concordo com a indulgência plenária que Voltaire concede aos livros: poderíamos encher uma razoável biblioteca com obras que inspiraram paixões sangrentas. Mas o iluminista francês parece aproximar-se de uma verdade atemporal ao apontar a natureza gregária e contagiosa do fanatismo. Como uma força da natureza, essa praga mental se propaga pela ânsia exacerbada de unanimidade e pelo horror ao pensamento independente. Um contágio mais propenso a afetar manadas do que eremitas. (José Francisco Botelho. Veja, 25.04.2018. Adaptado) A passagem do texto em que o(s) termo(s) destacado(s) imprime(m) ao contexto ideia de comparação é:
Q94653 VUNESP - 2018 - Câmara de São Joaquim da Barra - SP - Encarregado de Recursos Humanos
Ano: 2018
Banca: VUNESP
Matéria: Português
Assunto: Interpretação de Textos

Leia o texto, para responder às questões de números 03 a 09. Uma história literária do fanatismo ___A palavra “fanático” nem sempre foi um insulto ou uma acusação: até onde se sabe, pode ter começado como uma espécie de elogio. O termo latino fanaticus vem de fanus – um altar ou um santuário. Designava o benfeitor de um templo, ou um indivíduo diretamente inspirado pelos deuses; um mecenas das artes sacras ou um artista invulgarmente talentoso poderiam ser, a sua maneira, fanáticos. ___Cícero, no século I a.C., talvez tenha sido o primeiro a usar a palavra de forma pejorativa – numa de suas orações, o termo vira sinônimo de supersticioso. ___Centenas de anos depois, Voltaire chegou a uma definição mais próxima daquela que usamos hoje. “O fanatismo é uma doença da mente, que se transmite da mesma forma que a varíola”, escreve no Dicionário Filosófico, de 1764. “Não se transmite tanto por livros quanto por discursos e reuniões. Raramente nos sentimos exaltados quando estamos lendo sozinhos, com a mente tranquila e sedada.” ___Não sei até que ponto concordo com a indulgência plenária que Voltaire concede aos livros: poderíamos encher uma razoável biblioteca com obras que inspiraram paixões sangrentas. Mas o iluminista francês parece aproximar-se de uma verdade atemporal ao apontar a natureza gregária e contagiosa do fanatismo. Como uma força da natureza, essa praga mental se propaga pela ânsia exacerbada de unanimidade e pelo horror ao pensamento independente. Um contágio mais propenso a afetar manadas do que eremitas. (José Francisco Botelho. Veja, 25.04.2018. Adaptado) A alternativa em que o pronome destacado pode ser colocado depois do verbo, sem contrariar a norma-padrão é:
Q94651 VUNESP - 2018 - Câmara de São Joaquim da Barra - SP - Encarregado de Recursos Humanos
Ano: 2018
Banca: VUNESP
Matéria: Matemática
Assunto: Aritmética e Problemas

Duas funcionárias de uma Câmara Municipal trabalham na digitação de certo projeto de lei, cabendo a cada uma digitar exatamente a metade do número total de páginas desse projeto. Sabe-se que uma delas já digitou e que a outra já digitou do número de páginas que deveriam digitar, e que ambas já digitaram, juntas, 32 páginas. Desse modo, para a conclusão desse trabalho, será necessário digitar mais uma quantidade de páginas igual a