Questões de Concursos Públicos - IF-TO - 2017 - IF-TO - Professor - Filosofia
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Q81188
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Logos: discurso, relato, razão, definição, faculdade
racional, proporção. Uma das maiores dificuldades
na interpretação do logos é determinar como esta
palavra grega comum e amorfa é usada em um
sentido técnico e especializado. PETERS , F.E. E BARBOSA, B. R.. Termos filosóficos
gregos. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian,1974,
p.11(adaptado).
Para Heráclito o logos é:
Q81187
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Argumentação Dedutiva: é a operação própria da
inteligência que consiste em inferir uma
consequência a partir de ponderações anteriores,
que se chamam antecedentes. Diferentemente da
Indução, ela tem a pretensão de não ficar na
probabilidade porque parte de princípios gerais
evidentes por si. A partir desse ponto de vista a
lógica visa as regras que possibilitam o pensamento
de forma correta.
KELLER, C. L. B. V.. Aprendendo Lógica. Petrópolis RJ:
Vozes, 1991, p.41.
Assinale a alternativa abaixo que não contem
princípios algum que fundamenta a lógica formal.
Q81186
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Leia e observe abaixo as assertivas da Filosofia
Clássica retiradas de Aristóteles (Metafísica) e
Platão (A República).
I. Foi pela admiração que os homens começaram
a filosofar.
II. Chamamos de substância os corpos simples,
isto é, a terra, o fogo a água e tudo mais dessa
espécie, bem como em geral, os corpos e as
coisas que deles são compostas, tanto os
animais e os seres divinos como as suas partes.
III. “Causa” significa aquilo de que, como material
imanente, provém o ser de uma coisa.
IV. Suponhamos uns homens numa habitação em
forma de caverna com uma entrada aberta para
a luz [...] pessoas nessas condições não pensam
que a realidade fosse senão a sombra dos
objetos.
Quanto às assertivas acima, assinale a alternativa
correta.
Q81185
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Iluminismo: linha filosófica caracterizada pelo
empenho em estender a razão como crítica e guia a
todos os campos da experiência humana.
ABBAGNANO, N.. Dicionário de Filosofia. São Paulo:
Martins Fontes, 2007, p.545.
Para Immanuel Kant, o Iluminismo é:
Q81184
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Permaneci sempre firme na resolução de não supor
nenhum outro princípio que não fosse o de que me
servir para demonstrar a existência de Deus e da
alma, bem como na de não aceitar como verdadeiro
nada que não me parecesse tão claro e tão certo
como me pareciam antes as demonstrações dos
geômetras.
DESCARTES, R.. Discurso do Método. São Paulo: Martin
Claret, 2003, p.47.
Descartes, que é considerado um dos pais da
Filosofia Moderna, entende que a essência do
homem consiste.
Q81183
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De onde provêm as ideias que temos? São elas
reproduções de objetos externos a nós ou, antes,
criações de nossa mente? Pode-se pensar que as
ideias são exclusivamente fruto da ação do objeto
sobre nós, ou vice-versa, que são o resultado
somente da ação do sujeito, ou finalmente, que elas
são devidas à ação conjunta do sujeito e do objeto.
MONDIN, B.. Introdução à Filosofia. Edições Paulinas,
p.21.
O texto acima se baseia na Teoria do
Conhecimento. Dentro desta mesma linha filosófica
de raciocínio, Kant explica quer o conhecimento
sensível quer o intelectivo, dados em parte pelo
sujeito e em parte pelo objeto. Nesse caso, o objeto
provê a matéria e o sujeito a:
Q81182
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Quando os filósofos usam uma palavra - 'saber',
'ser', 'objeto', 'eu', 'proposição', 'nome' - e
procuram apreender a essência da coisa, deve-se
sempre perguntar: essa palavra é realmente usada
assim na linguagem que ela existe? Nós
reconduzimos as palavras do seu emprego
metafísico para o seu emprego cotidiano.
(I.F, 116) In: Mauro Lúcio L. Condé. Wittgenstein:
linguagem e mundo. São Paulo: Anablume, 1998,
p.91.
Wittgenstein sustenta que atribuir nome às coisas é
arbitrário, da mesma forma que é arbitrário:
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