Questões de Concursos Públicos - FUNDATEC - 2026 - UNIMED - Santa Maria - Médico - Pneumologia Pediátrica

Resolva questões gratuitas da FUNDATEC - 2026 - UNIMED - Santa Maria - Médico - Pneumologia Pediátrica. Banco com 24 perguntas de concursos. Prepare-se com simulados e estatísticas de acerto.

Q2552 FUNDATEC - 2026 - UNIMED - Santa Maria - Médico - Pneumologia Pediátrica
Ano: 2026
Banca: FUNDATEC
Matéria: Medicina
Assunto: Pediatria e Neonatologia

Um recém-nascido é avaliado por taquipneia severa e sinais de insuficiência respiratória desde o nascimento. A radiografia de tórax revela uma área de hiperinsuflação em lobo superior esquerdo, com desvio mediastinal discreto para a direita. O ecocardiograma exclui doença cardíaca congênita. Qual é o diagnóstico mais provável desse recém-nascido, considerando os achados clínicos e radiológicos?
Q2551 FUNDATEC - 2026 - UNIMED - Santa Maria - Médico - Pneumologia Pediátrica
Ano: 2026
Banca: FUNDATEC
Matéria: Medicina
Assunto: Pediatria e Neonatologia

Uma adolescente de 16 anos com diagnóstico de tuberculose extrapulmonar (linfonodal cervical) completa o esquema básico de tratamento de 6 meses (rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol nos 2 primeiros meses, e rifampicina e isoniazida nos 4 meses seguintes). Após 2 meses do término do tratamento, apresenta-se sem sintomas e com linfonodomegalia cervical residual indolor. Qual é a conduta mais adequada para essa paciente após a conclusão do tratamento e ausência de sintomas de atividade da doença? 
Q2550 FUNDATEC - 2026 - UNIMED - Santa Maria - Médico - Pneumologia Pediátrica
Ano: 2026
Banca: FUNDATEC
Matéria: Medicina
Assunto: Pediatria e Neonatologia

Uma menina de 10 anos de idade é acompanhada no ambulatório de Pneumologia Pediátrica por asma grave. Apesar do uso regular e correto de Corticosteroide Inalatório (CI) em dose alta combinado com agonista beta-2 de longa ação (LABA) e de um Antagonista do Receptor de Leucotrienos (ARL), ela continua apresentando sintomas diurnos frequentes, despertares noturnos semanais e necessita de cursos repetidos de corticosteroide oral (mais de 2 vezes no último ano) devido a exacerbações. A adesão à medicação foi confirmada, a técnica inalatória revisada e fatores ambientais controlados. Testes alérgicos demonstraram sensibilização a ácaros da poeira domiciliar e epitélio de gato. De acordo com as diretrizes da GINA 2025 e da SBP para manejo de asma grave em crianças, qual é a próxima etapa terapêutica a ser considerada para otimizar o controle da asma nessa paciente? 
Q2549 FUNDATEC - 2026 - UNIMED - Santa Maria - Médico - Pneumologia Pediátrica
Ano: 2026
Banca: FUNDATEC
Matéria: Medicina
Assunto: Pediatria e Neonatologia

Um adolescente de 14 anos com diagnóstico de asma persistente grave há 3 anos tem sido tratado com CI em dose alta, LAMA e LABA, além de doses frequentes de corticosteroide oral para exacerbações. Apresenta controle inadequado da asma, com VEF1 persistentemente abaixo do previsto e limitações importantes nas atividades diárias. O médico assistente suspeita de “asma grave”. Antes de considerar qualquer escalonamento terapêutico adicional ou tratamento biológico para essa “asma grave” em pediatria, qual é a ação inicial e mais crucial que o pediatra deve realizar? 
Q2548 FUNDATEC - 2026 - UNIMED - Santa Maria - Médico - Pneumologia Pediátrica
Ano: 2026
Banca: FUNDATEC
Matéria: Medicina
Assunto: Pneumologia

Uma menina de 4 anos, previamente hígida, é internada com pneumonia grave, evoluindo rapidamente para derrame pleural extenso e necrose pulmonar multilobar, necessitando de drenagem torácica. A tomografia de tórax revela consolidação extensa com múltiplas cavitações e derrame pleural loculado. A cultura do líquido pleural e o PCR identificam Streptococcus pneumoniae. Qual é o principal fator de virulência de Streptococcus pneumoniae mais associado a formas graves e complicadas de pneumonia em crianças, como a destruição tecidual e o empiema observados nesse caso? 
Q2547 FUNDATEC - 2026 - UNIMED - Santa Maria - Médico - Pneumologia Pediátrica
Ano: 2026
Banca: FUNDATEC
Matéria: Medicina
Assunto: Pediatria e Neonatologia

Uma lactente de 6 meses com diagnóstico de cardiopatia congênita complexa (ventrículo único) e em uso contínuo de cateter venoso central há 3 meses para acesso vascular e administração de medicações apresenta início súbito de irritabilidade, taquipneia progressiva e recusa alimentar. Não há febre. A gasometria arterial mostra hipoxemia e discreta hipercapnia. Qual é o principal fator de risco subjacente para o desenvolvimento de TEP nessa lactente, que deve ser prontamente investigado e manejado?
Q2546 FUNDATEC - 2026 - UNIMED - Santa Maria - Médico - Pneumologia Pediátrica
Ano: 2026
Banca: FUNDATEC
Matéria: Medicina
Assunto: Pediatria e Neonatologia

Um lactente de 8 meses com diagnóstico prévio de Atrofia Muscular Espinhal (AME) Tipo 1 é internado com bronquiolite viral. Ele apresenta tosse fraca e ineficaz, e a aspiração de vias aéreas superiores revela secreções espessas e abundantes. O paciente está com desconforto respiratório moderado, sem instabilidade hemodinâmica. Um médico residente sugere iniciar VNI para reduzir o trabalho respiratório. Qual fator representa a principal contraindicação relativa-para-absoluta para o uso de VNI nesse paciente específico, tornando a terapia potencialmente perigosa?
Q2545 FUNDATEC - 2026 - UNIMED - Santa Maria - Médico - Pneumologia Pediátrica
Ano: 2026
Banca: FUNDATEC
Matéria: Medicina
Assunto: Pneumologia

 Uma criança de 6 anos é encaminhada ao pneumologista pediátrico por tosse crônica, dispneia aos esforços e episódios de sibilância que não respondem a broncodilatadores. No histórico, consta uma internação prolongada em UTI aos 6 meses de vida por uma bronquiolite grave, com necessidade de ventilação mecânica por 15 dias. A espirometria mostra obstrução brônquica grave e fixa (sem resposta ao broncodilatador). A tomografia computadorizada de tórax de alta resolução revela um padrão de perfusão em mosaico com áreas de aprisionamento aéreo. Diante desse quadro clínico, do histórico infeccioso e dos achados de imagem, qual é o impacto ou sequela de longo prazo mais provável da bronquiolite inicial?
Q2544 FUNDATEC - 2026 - UNIMED - Santa Maria - Médico - Pneumologia Pediátrica
Ano: 2026
Banca: FUNDATEC
Matéria: Medicina
Assunto: Pediatria e Neonatologia

Um lactente de 6 semanas de vida, nascido a termo, é levado ao pronto-socorro com história de “cansaço para mamar” e irritabilidade há 3 dias, associados a taquipneia progressiva. A mãe nega febre, mas relata que o filho apresenta sudorese profusa na cabeça durante as mamadas. Ao exame, o lactente está pálido, taquipneico (70 irpm), taquicárdico (180 bpm), com hepatomegalia (fígado a 3 cm do rebordo costal direito) e ausculta pulmonar com crepitações finas bibasais e alguns sibilos esparsos. Diante desse quadro em um lactente muito jovem, qual é o principal diagnóstico diferencial para bronquiolite viral que deve ser investigado com máxima urgência?
Q2543 FUNDATEC - 2026 - UNIMED - Santa Maria - Médico - Pneumologia Pediátrica
Ano: 2026
Banca: FUNDATEC
Matéria: Medicina
Assunto: Pediatria e Neonatologia

Um lactente de 10 meses, previamente hígido, apresenta um quadro de início súbito de tosse intensa e dispneia enquanto brincava no chão da sala. A mãe o levou imediatamente ao pronto-socorro. Ao exame, a criança está em desconforto respiratório moderado, afebril, com saturação de O2 de 88% em ar ambiente. A ausculta pulmonar revela sibilância e diminuição do murmúrio vesicular acentuadamente no hemitórax direito. Considerando a história e a ausculta pulmonar, qual diagnóstico diferencial deve ser priorizado em detrimento de uma bronquiolite viral típica?