Questões de Concursos Públicos - FUNDATEC - 2022 - GHC-RS - Médico (Coloproctologia)
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Q182173
FUNDATEC - 2022 - GHC-RS - Médico (Coloproctologia)
Sobre a biopatologia da doença inflamatória intestinal, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. Apesar da etiologia ser desconhecida, o modelo de pesquisa atual sugere que a doença é causada por fatores desencadeantes ambientais em indivíduos com predisposição genética, levando a um desequilíbrio do sistema imune.
II. O tabagismo apresenta risco aumentado de desenvolvimento da doença e de uma evolução mais agressiva, com maiores taxas de cirurgia e recidiva clínica.
III. A exposição variada a patógenos, nos lactentes e início da infância, pode levar à resposta imune exagerada quando o indivíduo é exposto a esses patógenos posteriormente durante a vida.
IV. Três funções essenciais da imunidade inata desempenham papel significativo na doença de Crohn: a barreira epitelial, células de Langerhans e autofagia.
Q181965
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Em relação aos marcadores inflamatórios da doença inflamatória intestinal, é correto afirmar que:
Q181964
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Paciente do sexo masculino, 22 anos, com doença de Crohn – Classificação de Montreal A2 L1 B2. Sendo assim, qual exame abaixo é contraindicado para a avaliação do respectivo paciente?
Q181963
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Sobre o tratamento da retocolite ulcerativa, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. A mesalazina tópica constitui o tratamento de primeira linha para indução e manutenção da remissão na localização distal leve ou moderada.
II. Os corticosteroides possuem eficácia semelhante na obtenção de remissão na doença ativa, porém não devem ser utilizados para manutenção.
III. A azatioprina mostra-se efetiva na indução e manutenção da remissão, já que seus efeitos são rápidos.
IV. A coadministração de infliximabe e azatioprina pode estar associada a um aumento na taxa de resposta clínica e endoscópica, na retocolite moderada e grave.
Q181961
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Paciente do sexo feminino, 53 anos, portadora de retocolite ulcerativa, Montreal E2, em uso de 4 gramas de mesalazina há 2 anos. Comparece ao pronto-socorro alegando mais de 6 evacuações/dia com presença de sangue e dor abdominal em fossa ilíaca esquerda há 2 dias. Temperatura axilar de 38ºC, frequência cardíaca de 92 bpm, pressão arterial de 90/60 mmHg. Abdome doloroso à palpação em fossa ilíaca esquerda, sem sinais de irritação peritoneal. Exames laboratoriais demonstraram hemoglobina de 8, ausência de leucocitose e VHS de 30 mm. Qual é a conduta a ser realizada?
Q181960
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Sobre a terapia biológica utilizada na doença de Crohn, assinale a alternativa correta.
Q181958
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Em relação ao suprimento sanguíneo do cólon, assinale a alternativa correta.
Q181957
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Paciente do sexo feminino, 35 anos, uso crônico de laxantes irritativos, relata sensação de evacuação incompleta, cíbalos, esforço evacuatório na maioria das evacuações e menos de 3 evacuações na semana há mais de 5 anos. Relata ingesta hídrica e consumo de fibras adequado, assim como prática de exercícios regulares. Nega histórico de câncer colorretal familiar ou sinais de alarme. Nos exames laboratoriais para constipação, como cálcio, TSH, T4 livre e sorologia para doença de Chagas, resultados normais. Qual é a conduta para o caso acima?
Q181955
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Sobre a procidência ou prolapso total do reto, assinale a alternativa correta.
Q181951
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Paciente do sexo masculino, 24 anos, doença de Crohn desde os 20 anos, uso prévio de mesalazina via oral, cortidependência e azatioprina, com perda de resposta. Localização ileocólica, padrão inflamatório, em uso de adalimumabe há 2 anos. Comparece ao pronto-socorro com dor em fossa ilíaca direita há 2 meses, piora da intensidade da dor há 1 semana, associado à náusea, vômitos e distensão pós-prandial, além de perda ponderal de 10 kg em 2 meses. Em uso de prednisona, por conta própria há 2 semanas. Ao exame físico: regular estado geral, hipocorado, desidratado, FC: 110 bpm, TAX: 37,5ºC, normotenso, abdome distendido, hipertimpânico, doloroso à palpação em fossa ilíaca direita, tumoração palpável em mesma topografia, sem sinais de irritação peritoneal. Exames laboratoriais: Hb 8,5/leucócitos de 12.000 com desvio à esquerda/PCR 300. Exames de imagem: radiografia de abdome com distensão difusa de delgado, sem sinais de pneumoperitônio. Tomografia de abdome e pelve: espessamento parietal, com diminuição da luz em topografia de íleo terminal e ceco, hiperrealce mucoso e estratificação das camadas, além de ingurgitamento dos vasos do mesentério com lipoproliferação. Dilatação de alças de delgado, a montante da área inflamada/espessada, sem sinais de pneumatose intestinal. Presença de coleção pélvica, 1,0 x 2,0 x 1,5 cm, bloqueada por alças de delgado. Qual é a conduta definidora para o paciente?
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