Questões de Concursos Públicos - FGV - 2024 - EBSERH - Área de Atuação - Pneumologia Pediátrica
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Q230970
FGV - 2024 - EBSERH - Área de Atuação - Pneumologia Pediátrica
Uma criança de 2 anos, portadora de síndrome de Down, sem
queixas, compareceu à consulta de rotina.
De acordo com o protocolo de acompanhamento dos portadores
de síndrome de Down, o médico deve:
Q230969
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Uma criança de 8 anos, com índice de massa corporal (IMC)
acima do percentil 95 para idade e sexo, é levada à consulta pela
mãe, que está preocupada com o ganho ponderal excessivo do
filho.
As orientações médicas devem ser para:
Q230968
FGV - 2024 - EBSERH - Área de Atuação - Pneumologia Pediátrica
Um pai está preocupado com seu filho de 15 anos, que tem
apresentado queda do rendimento escolar, desinteresse pelos
esportes que praticava, comportamento hostil com familiares,
perda de peso e irritação ocular (“olhos vermelhos”) com
fotofobia.
Considerando as informações do pai, o médico faz a hipótese
diagnóstica adequada de:
Q230967
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Uma criança, portadora de doença falciforme, é admitida na
emergência com priapismo há 24 horas, que não respondeu ao
tratamento habitual.
A conduta correta, nesse caso, é:
Q230966
FGV - 2024 - EBSERH - Área de Atuação - Pneumologia Pediátrica
Um lactente de 6 meses, internado com bronquiolite, está em
suporte ventilatório.
Sobre a necessidade de analgesia/sedação do paciente, é correto
afirmar que:
Q230965
FGV - 2024 - EBSERH - Área de Atuação - Pneumologia Pediátrica
Uma mãe informa que recebeu comunicado da escola sobre caso
de meningite meningocócica na turma do seu filho de 6 anos.
O pediatra deve orientá-la a:
Q230964
FGV - 2024 - EBSERH - Área de Atuação - Pneumologia Pediátrica
Uma menina de 10 anos chega à emergência com edema de
lábios e língua, broncoespasmo e vômitos. Os sintomas se
iniciaram há 30 minutos, após uso de anti-inflamatório para
cefaleia.
A hipótese diagnóstica e a conduta nesse caso são,
respectivamente:
Q230963
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Paciente do sexo masculino, 57 anos, é encaminhado do posto de
saúde do interior do estado para o hospital universitário com
quadro de tosse e dispneia há seis meses e piora significativa
deste quadro nos últimos dois meses. Refere ser portador de
hipertensão arterial sistêmica e hipotireoidismo, ambos em
tratamento. Há emagrecimento de 10 kg em 5 meses. Negou dor
torácica e hemoptise. Exame físico evidenciava lesões ulceradas
em face e em cavidade oral em progressão com início há 2 meses.
Paciente relatava que trabalhava em lavoura desde os 15 anos de
idade. Tomografia computadorizada do tórax evidenciou
infiltrado intersticial reticulonodular bilateral, difuso, poupando
bases pulmonares. Considerando-se a história laboral associada
aos achados clínicos e radiológicos, a suspeita diagnóstica de
paracoccidioidomicose foi aventada. Diante disso, é correto
afirmar que:
Q230962
FGV - 2024 - EBSERH - Área de Atuação - Pneumologia Pediátrica
Um paciente do sexo masculino, de 72 anos, portador de
hipertensão arterial sistêmica, diabetes e ex-tabagista, com carga
tabágica de 30 anos-maço, procura atendimento médico com
queixa de dispneia aos moderados esforços e tosse seca. Negava
febre, emagrecimento, hemoptise ou dor torácica. Ao exame,
com bom estado geral. Ausculta respiratória sem ruídos
adventícios. Ausência de baqueteamento digital. Relatou na
história clínica que trabalhou durante 20 anos em marmoraria
com corte e polimento de pedras artificiais e granito. Não usava
equipamento de proteção individual. Durante avaliação prévia
em unidade de pronto atendimento, solicitaram tomografia
computadorizada de tórax. O exame radiológico evidenciou
infiltrado intersticial nodular bilateral, simétrico e predominando
nos lobos superiores, além de enfisema centrolobular. Em janela
de mediastino, foram observados diversos linfonodos
mediastinais calcificados, alguns com aspecto de calcificação em
“casca de ovo”. Não foi observado derrame pleural, massa ou
linfonodomegalias.
Considerando-se a história laboral associada aos achados clínicos
e radiológicos, a suspeita diagnóstica seria de:
Q230961
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Após a otimização da terapia antimicrobiana, o paciente evoluiu
com insuficiência respiratória com necessidade de intubação
orotraqueal e ventilação mecânica invasiva.
Em relação à abordagem inicial da ventilação mecânica, a opção
abaixo mais adequada para o paciente é:
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