Questões de Concursos Públicos - VUNESP
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Criança com epilepsia de difícil controle está em seguimento ambulatorial com o pediatra da Unidade Básica de Saúde e com o neurologista de serviço terciário de referência. A mãe refere que o neurologista prescreveu Canabidiol na última consulta, com melhora significativa do quadro, mas que a medicação acabou e solicita ao pediatra para refazer a receita. Nesse caso, o pediatra:
Ano: 2015
Órgão:
Prefeitura de Iguape - SP
Banca:
VUNESP
Matéria:
Português
Assunto: Interpretação de Textos
Há luz no fim do túnel dos jornais impressos? Castigados pela conjunção de duas crises – uma primeira de ordem conjuntural, ditada pelo cenário político e econômico, e uma segunda, estrutural, causada pela revolução digital – os próprios diários brasileiros se perguntam sobre o desfecho do imbróglio que tem reduzido suas receitas e, consequentemente, encolhido as publicações, provocando demissões em massa e despertando dúvidas crescentes sobre sua capacidade de entregar notícias, análises e opiniões relevantes. Durante o X Congresso da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), a sobrevivência dos jornais norteou um debate que reuniu o trio formado por Ascânio Seleme, diretor de redação de O Globo, Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do grupo Estado, e Vinícius Mota, secretário de redação da Folha de S.Paulo. Coube a Mota fornecer indicadores econômicos sombrios com impacto direto sobre os principais anunciantes dos jornais: o mercado imobiliário, o de automóveis e o de móveis e eletrodomésticos. Para além dos riscos econômicos, Gandour abordou o que considera uma preocupante rejeição por parte do público, em escala global, ao incômodo gerado pela notícia, que chamou de “aquilo que alguém não quer que seja publicado”. Segundo ele, tal fenômeno, em que a sociedade almeja o bem-estar rejeitando o contraditório, apresenta riscos para o gênero jornalístico como um todo, e não apenas para os jornais impressos. A fragmentação também foi indicada como um desafio importante, tanto no lado da demanda – o leitor – quanto no lado da oferta – o conjunto das mídias. À medida que o público mais jovem passa a ler notícias distribuídas em redes sociais, a notícia também se fragmenta, gerando um risco adicional, que o representante do Estadão chamou de “perda do discernimento do gênero jornalístico”. Nessa perda, o público já não saberia distinguir um texto informativo de um opinativo. A mitigação desse risco específico passaria pela sinalização clara pelos sites noticiosos do que seja uma notícia ou um editorial. Já a fragmentação da oferta repercute dramaticamente no mercado publicitário, onde os jornais, que já disputavam verbas com a TV, rádio e revistas, enfrentam os anunciantes digitais, como buscadores e redes sociais. Diante desse panorama desafiador, Gandour acredita que o futuro dos jornais depende da continuidade do método jornalístico, que rege um ofício pautado pela independência editorial e a investigação exaustiva. “A gente vê na internet coisas que não contemplam o método jornalístico, como falar de uma pessoa sem ouvi-la, reproduzir rumores sem checagem”, disse. “O jornalismo é a disciplina da verificação.” (Angela Pimenta. http://observatoriodaimprensa.com.br. Adaptado) Um sinônimo para o termo mitigação, destacado em
– A mitigação desse risco específico passaria pela sinalização clara pelos sites noticiosos do que seja uma notícia ou um editorial. (5º parágrafo) –, é:
Quanto à liquidação de sentença, assinale a alternativa correta.
Considere o quadro clínico descrito a seguir para responder a questão abaixo: Um menino de 7 anos apresenta um quadro de agitação, não consegue ficar parado. Os pais descrevem que, desde os dois anos, percebem que ele era muito intenso e parecia mais ativo do que as outras crianças. Ao entrar na escola, as questões ficaram mais evidentes: não conseguia parar de se mexer na sala de aula, tinha que levantar e andar pela classe e saía da sala o tempo todo. Conversava o tempo todo com os colegas, interrompia várias vezes o professor antes de ele terminar a aula. No recreio, subia em árvores e se pendurava no corrimão de escadas, sofreu algumas quedas. Esse padrão se mantém atualmente. Em casa, também é inquieto, corre o tempo todo, não consegue sentar para fazer lição e nem para se alimentar. Interrompe a conversa dos adultos o tempo todo. Além disso, os pais relatam que, desde os 5 anos, ele tem períodos em que tem tiques de piscar olhos ou de mexer os ombros. É um menino que está sendo avaliado pelo endocrinologista, pois apresenta-se no percentil menor que 5% na curva de altura por idade. A hipótese diagnóstica para o quadro é:
Considere o quadro clínico descrito a seguir para responder a questão abaixo: Um menino de 7 anos apresenta um quadro de agitação, não consegue ficar parado. Os pais descrevem que, desde os dois anos, percebem que ele era muito intenso e parecia mais ativo do que as outras crianças. Ao entrar na escola, as questões ficaram mais evidentes: não conseguia parar de se mexer na sala de aula, tinha que levantar e andar pela classe e saía da sala o tempo todo. Conversava o tempo todo com os colegas, interrompia várias vezes o professor antes de ele terminar a aula. No recreio, subia em árvores e se pendurava no corrimão de escadas, sofreu algumas quedas. Esse padrão se mantém atualmente. Em casa, também é inquieto, corre o tempo todo, não consegue sentar para fazer lição e nem para se alimentar. Interrompe a conversa dos adultos o tempo todo. Além disso, os pais relatam que, desde os 5 anos, ele tem períodos em que tem tiques de piscar olhos ou de mexer os ombros. É um menino que está sendo avaliado pelo endocrinologista, pois apresenta-se no percentil menor que 5% na curva de altura por idade. O tratamento, considerando o perfil sintomatológico e os possíveis efeitos adversos para essa criança, deve ser realizado com um:
Um menino apresenta retardo mental, hipogonadismo, membros compridos com predomínio de crescimento de segmento inferior. Feito o cariótipo, constatou-se uma anomalia: 47 cromossomos com a presença de um cromossomo X a mais (XXY). Ele apresenta:
Ano: 2015
Órgão:
Câmara Municipal de Poá - SP
Banca:
VUNESP
Matéria:
Português
Assunto: Interpretação de Textos
Leia o texto para responder à questão O vício da internet Somos pessoas de hábitos e podemos nos viciar em muitas coisas. Assim como alguns são viciados em drogas, em jogos e no cigarro, outros são viciados em passar horas na internet. As pessoas usam qualquer coisa em excesso para suprirem uma carência que têm na vida real. Assim nasce o vício, qualquer vício. E a internet não ficaria de fora. Quem está viciado levanta-se várias vezes, à noite, para ver seus e-mails e mensagens de texto. O vício em tecnologia pode levar a problemas de relacionamento, principalmente quando o viciado se afasta da família. As pessoas ficam muito ansiosas longe de seu celular e de outros aparelhos e, quando percebem, já é tarde. O mais assustador nesse vício é que há quem morra por permanecer longo tempo na frente do computador. Isso se deve ao fato de haver certas doenças que se desenvolvem pela permanência numa determinada posição; uma dessas doenças é a trombose venal profunda. Outros problemas, de ordem psicológica, também são resultado desse vício. Há relacionamentos familiares prejudicados, pais e filhos que quase não dialogam, casais que se separam. O difícil nisso tudo é ter o comando de nossa vontade. O que não é dosado vira vício. E aí começa a luta: largar um pouco para não largar tudo. Não podemos deixar de viver para estar em função do que é virtual. A máquina mais perfeita, a que tem características próprias, que é única, é a “máquina humana”. Somos o computador mais completo e merecemos cuidados. Nosso tempo é contado. Portanto, a grande luta é buscar o equilíbrio. (http://taisluso.blogspot.com.br. Acesso em 16.11.2015. Adaptado) Segundo o texto, o vício nas novas tecnologias
Ano: 2015
Órgão:
Câmara Municipal de Poá - SP
Banca:
VUNESP
Matéria:
Noções de Informática
Assunto: Sistema Operacional
No MS-Windows 7, em sua configuração padrão, com o mouse configurado para destros, ao se clicar com o botão direito do mouse sobre arquivos ou pastas, é aberta uma janela junto ao ponteiro do mouse no local clicado. Assinale a alternativa que apresenta o nome dado a essa janela aberta.