Questões de Concursos Públicos - PR-4 UFRJ
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PR-4 UFRJ - 2017 - UFRJ - Técnico de Laboratório - Acessibilidade Comunicacional
Muitas vezes, as pessoas associam deficiência com incapacidade, mas nem toda deficiência provoca limitação de capacidade e problemas de desempenho. Ela pode comprometer apenas uma função específica e preservar as outras. De acordo com o Decreto no 5.296 (BRASIL, 2004), art. 5º, § 1º, a pessoa com deficiência é aquela que possui limitação ou incapacidade para o desempenho de atividade e se enquadra nas categorias de deficiências física, auditiva, visual, mental e múltipla (associação de duas ou mais deficiências), enquanto a pessoa com mobilidade reduzida é aquela que:
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PR-4 UFRJ - 2017 - UFRJ - Técnico de Laboratório - Acessibilidade Comunicacional
Ao se reportar sobre a inclusão de alunos com deficiência visual, Souza (1997, apud SONZA, 2013), diz que “a (con)vivência entre indivíduos muito diferentes não é tão fácil. Implica em mudanças institucionais, pedagógicas, metodológicas e pessoais.” Nesse contexto, assinale a alternativa que indica como deve ser o ambiente escolar para os alunos cegos e com baixa visão.
Q77571
PR-4 UFRJ - 2017 - UFRJ - Técnico de Laboratório - Acessibilidade Comunicacional
“Com
o advento dos softwares para a produção de textos e das impressoras automatizadas, a produção de livros em braile tornou-se mais fácil e rápida. Ao mesmo tempo, obras faladas e digitalizadas, o desenvolvimento de leitores de tela e muitos outros recursos estão tornando mais rápido o acesso à informação e à cultura, e facilitando a educação e profissionalização de pessoas com deficiência visual” (SONZA, 2013). No mundo moderno e virtual em que vivemos, pode-se afirmar, em relação ao sistema braile, que:
Q77570
PR-4 UFRJ - 2017 - UFRJ - Técnico de Laboratório - Acessibilidade Comunicacional
Ano: 2017
Órgão:
UFRJ
Banca:
PR-4 UFRJ
Matéria:
Conhecimentos Gerais
Assunto: Conhecimentos Gerais Sobre Arte e Cultura
Em 1912, nos Estados Unidos, um homem chamado Robert J. Atkinson perdeu a visão por acidente. Desapontado com a pouca disponibilidade de livros para cegos, em 1934, ele inventou um sistema que deu origem ao primeiro livro falado, o qual foi por ele batizado de Readophone. Data do período Pós-Guerras, outra inovação neste segmento: a gravação de obras literárias e teatrais destinadas ao entretenimento de soldados que perderam a visão em batalha. Nascia, assim, o audiobook (áudio-livro). De acordo com os estudos de Mattoso (2012), atualmente, o áudio-livro e o livro falado distinguem-se a partir das características de:
Q77569
PR-4 UFRJ - 2017 - UFRJ - Técnico de Laboratório - Acessibilidade Comunicacional
“Ler
sem ver as letras no papel pode parecer difícil ou impossível; contudo, não é bem assim. A cada dia, as pessoas com deficiência visual têm provado que a leitura é uma de suas práticas mais frequentes. Ora estudando regularmente, ora buscando informações e divertimentos extracurriculares. Existem três maneiras que tornam viável a leitura a uma pessoa com deficiência visual: o sistema braile; o uso do computador; e o auxílio de um ledor”. (MOREIRA, 2017). De forma resumida, pode-se dizer que ledor
Q77568
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O
conhecimento e a cidadania das pessoas com deficiência visual está diretamente vinculado aos produtos culturais colocados à sua disposição. Técnicas, como a transcrição, são consideradas fundamentais para a inclusão desse segmento da população. A função de Transcritor é uma atividade que exige muita concentração, por lidar com materiais didáticos que serão fornecidos a pessoas com deficiência e que precisam ter qualidade, pois isso reflete na motivação e formação dos leitores com deficiência visual. O apoio e a promoção de capacitação e especialização de recursos humanos em acessibilidade e ajudas técnicas está previsto como parte do programa nacional de acessibilidade, conforme consta no decreto no 5.296 (BRASIL, 2004). Assinale a seguir, as descrições da atividade típica do Transcritor.
Q77567
PR-4 UFRJ - 2017 - UFRJ - Técnico de Laboratório - Acessibilidade Comunicacional
“Os
Estados Partes assegurarão às pessoas com deficiência a possibilidade de adquirir as competências práticas e sociais necessárias de modo a facilitar às pessoas com deficiência sua plena e igual participação no sistema de ensino e na vida em comunidade”. Entre as medidas apropriadas está incluída a “garantia de que a educação de pessoas, em particular, crianças cegas, surdocegas e surdas, seja ministrada nas línguas e nos modos e meios de comunicação mais adequados ao indivíduo e em ambientes que favoreçam ao máximo seu desenvolvimento acadêmico e social” (BRASIL, 2009). Existem diversas formas de comunicação para atender às pessoas com surdocegueira. Entre elas, pode-se destacar:
Q77566
PR-4 UFRJ - 2017 - UFRJ - Técnico de Laboratório - Acessibilidade Comunicacional
Áudio-descrição ou audiodescrição? Apesar do Novo Acordo Ortográfico, os estudiosos do tema no Brasil ainda não chegaram a um consenso quanto à grafia da palavra que representa este recurso de Tecnologia Assistiva capaz de transformar a vida de pessoas com deficiência visual em todo o mundo. De acordo com Mattoso (2012), os estudos da áudio-descrição (AD) no Brasil começaram com o Prof. Francisco José de Lima, da Universidade Federal de Pernambuco, responsável pelo primeiro curso de formação de áudio-descritores realizado no país. Esse curso foi denominado, metaforicamente, remetendo à prática da AD, como:
Q77565
PR-4 UFRJ - 2017 - UFRJ - Técnico de Laboratório - Acessibilidade Comunicacional
Dispositivos legais associados a recursos de Tecnologia Assistiva possibilitam, atualmente, o pleno acesso ao conteúdo de um livro impresso a pessoas com deficiência visual. De acordo com Silva (2014), as palavras que podem ser associadas a “acessível” e “acessável”, são, respectivamente:
Q77564
PR-4 UFRJ - 2017 - UFRJ - Técnico de Laboratório - Acessibilidade Comunicacional
De acordo com a Associação Educacional para Múltiplas Deficiências, Libras tátil é uma forma de comunicação simbólica que se caracteriza pelo uso da Libras (Língua Brasileira de Sinais) pela modalidade tátil, ou seja, mão sob mão, e destina-se a um determinado grupo de pessoas com deficiência, a saber: