Questões de Concursos Públicos - MS CONCURSOS
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Q148403
MS CONCURSOS - 2020 - Prefeitura de Chupinguaia - RO - Fisioterapeuta
O artigo “A criança em primeiro lugar” tem os verbos em um só determinado modo verbal, porque:
Q148402
MS CONCURSOS - 2020 - Prefeitura de Chupinguaia - RO - Fisioterapeuta
Quanto às variações linguísticas, assinale (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta:
( ) Variação diafásica: a língua apresenta mudanças dentro da linha do tempo, normalmente isso acontece
ao longo de um determinado período de tempo e pode ser identificado quando se comparam dois estágios
de uma língua, é interessante dizer que o meio rural ainda conserva uma linguagem com traços antigos, as
mudanças mais visíveis se dão no léxico e na semântica.
( ) Variação diatópica: a língua apresenta mudanças de região para região, o sotaque (pronúncia típica de
uma região) é o principal acusador do lugar onde determinado indivíduo vive, mas a peculiaridade se
estende também ao vocabulário, sentido das palavras, estrutura sintática etc.
( ) Variação diastrática: a língua apresenta mudanças em camadas sociais diferentes (nível
socioeconômico) e grupos sociais diversos (profissionais da mesma área, surfistas, funkeiros, políticos,
comediantes etc); as gírias e os jargões se destacam entre os grupos sociais ligados a uma profissão ou
não; chamamos de tecnoleto a linguagem que se vale de termos técnicos compartilhados por um grupo
(jargão) que pertence a uma mesma área de conhecimento profissional (o economês, o juridiquês, o
cientifiquês etc); chamamos de socioleto a linguagem compartilhada por um grupo com características
sociais em comum.
( ) Variação diacrônica: a língua apresenta mudanças em função do contexto, das circunstâncias, da
situação comunicativa, um falante varia o uso da língua se está em um ambiente familiar, profissional,
formal, informal etc, considerando o grau de intimidade, o tipo de assunto tratado e quem são os
receptores.
Q148401
MS CONCURSOS - 2020 - Prefeitura de Chupinguaia - RO - Fisioterapeuta
Considere os itens sobre as definições das funções da linguagem e aponte a alternativa correta:
I- O eu do texto é o centro da mensagem, na qual ele destaca seus próprios sentimentos, expressa suas
emoções, impressões, atitudes, expectativas. É um texto pessoal, cercado de subjetividade, é a linguagem
das músicas românticas, dos poemas líricos e afins. Algumas marcas gramaticais indicam que tal função é
a predominante no texto: verbos e pronomes de 1ª pessoa, frases exclamativas, certas interjeições,
vocativos, reticências, termos e expressões modalizadoras. (Função emotiva, ou expressiva.)
II- O receptor é o centro da mensagem, na qual ele é estimulado, provocado, seduzido, amparado.
Normalmente o interlocutor é conduzido a adotar uma determinada postura, é um texto, quase sempre,
claro e objetivo e visa à persuasão. Algumas marcas gramaticais: verbos e pronomes de 2ª pessoa (ou 3ª
pessoa – você), vocativos, imperativos, perguntas ao interlocutor etc. (Função referencial, ou denotativa.)
III- A mensagem por si é posta em relevo, mais do que seu conteúdo, o destaque dela se encontra na
forma como ela é construída, criativa e inusitadamente. Essa função usa vários recursos gramaticais:
figuras de linguagem, conotação, neologismos, construções estruturais não convencionais, polissemia
etc. (Função poética.)
IV- O código usado para estabelecer comunicação é o centro da mensagem, no sentido de que ele é
instrumento de explicação de si mesmo, usa-se um signo para explicar a si próprio. Essa função busca
esclarecer, refletir, discutir o processo discursivo, em um ato de comunicação em que se usa a linguagem
para falar sobre ela própria. (Função metalinguística.) V- O referente é o centro da mensagem, destaca-se o objeto, o assunto da mensagem de forma clara e
objetiva. Algumas marcas gramaticais e discursivas: uso da 3ª pessoa, denotação, impessoalidade,
precisão, frases declarativas. (Função conativa, ou apelativa.)
Q148400
MS CONCURSOS - 2020 - Prefeitura de Chupinguaia - RO - Fisioterapeuta
Assinale a alternativa em que o sujeito é indeterminado.
Q148399
MS CONCURSOS - 2020 - Prefeitura de Chupinguaia - RO - Fisioterapeuta
Das orações abaixo, só não há predicativo em:
Q148398
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Observe as orações a seguir e quanto ao sinal indicativo de crase, assinale a alternativa que preencha
corretamente as lacunas.
Recorri ____ minha mãe.
Tomou o remédio gota ____ gota.
Vendo o tubarão, o banhista voltou ____ terra.
Gaivotas voavam rente ____ terra.
Q148397
MS CONCURSOS - 2020 - Prefeitura de Chupinguaia - RO - Fisioterapeuta
Associe as colunas de acordo com as figuras de linguagem e assinale a alternativa correta:
COLUNA I.
A) Metáfora.
B) Comparação.
C) Prosopopeia.
D) Antítese.
E) Hipérbole.
F) Eufemismo.
G) Pleonasmo.
COLUNA II.
1- Foi inaugurada uma escola para crianças especiais.
2- Amar é mudar a alma de casa. (Mário Quintana).
3- Como beber dessa bebida amarga / Tragar a dor, engolir a labuta. (Chico Buarque).
4- A Lua assistia ao amor dos namorados.
5- És na minha vida como um luminoso poema que se lê comovidamente. (Manuel Bandeira).
6- Estou morto de saudades.
7- Antes, todos os caminhos iam / agora todos os caminhos vêm. (Mário Quintana).
Q148396
MS CONCURSOS - 2020 - Prefeitura de Chupinguaia - RO - Fisioterapeuta
Sobre o correto uso, ou não, do hífen, atribua (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa certa:
( ) Não se emprega o hífen nos elementos repetidos, com ou sem alternância vocálica ou consonântica.
( ) O hífen é empregado quando o primeiro elemento terminar por vogal igual à que inicia o segundo
elemento.
( ) No caso de o primeiro elemento terminar por vogal diferente daquela que inicia o segundo elemento,
não se emprega o hífen.
( ) Em formações com os prefixos có-, pró-, pré- e re-, estes são aglutinados com o segundo elemento
mesmo quando iniciado por o ou e.
( ) Emprega-se o hífen quando o primeiro elemento terminar por consoante igual à que inicia o segundo
elemento.
( ) Emprega-se o hífen quando o primeiro elemento terminar com acentuação gráfica, como em pós, pré e
pró.
( ) Não se emprega o hífen quando o primeiro elemento termina por b (ab-, ob-, sob-, sub-), ou d (ad-) e o
segundo elemento começa por b ou r.
Q148395
MS CONCURSOS - 2020 - Prefeitura de Chupinguaia - RO - Fisioterapeuta
O Jeca Tatu, que desponta no artigo “Velha Praga”, incluído em Urupês, é o símbolo do atraso e
ignorância do homem rural paulista, responsável pela devastação das matas da Mantiqueira, pela prática
agrícola da queimada (coivara) e pela decadência da agricultura da região. O Jeca foi tomado como
símbolo nacionalista em discurso famoso de Rui Barbosa, no Senado, transformou-se depois, em garotopropaganda de um conhecido fortificante, o Biotônico Fontoura.
Posteriormente, o autor reconhece que o Jeca Tatu, embora possuísse todos os defeitos que apontou,
ainda era a melhor coisa que o Brasil possuía. Em 1947, em outro livrinho. O Zé Brasil, o autor retoma a
figura do Jeca, mas em outra perspectiva: o sistema econômico brasileiro é o culpado de tudo, tudo
pertence a uns poucos homens, e os milhões de jecas-tatus e zés-brasis é que pagam... Jeca Tatu
simboliza a situação do caipira brasileiro, abandonado pelos poderes públicos às doenças, ao atraso
econômico, educacional e à indigência política. Jeca Tatu, um caipira de barba rala e calcanhares
rachados, porque não gostava de usar sapatos, era pobre, ignorante e avesso aos hábitos de higiene
urbanos. Morava na região do Vale do Paraíba (SP), distinta por seu atraso, naquela época.
O criador da personagem Jeca Tatu é:
Q148394
MS CONCURSOS - 2020 - Prefeitura de Chupinguaia - RO - Fisioterapeuta
Riobaldo, um velho fazendeiro, ex-jagunço, conta sua experiência de vida a um interlocutor, que jamais
tem a palavra e cuja fala é apenas sugerida.
Conta histórias de vingança, seus amores, perseguições, lutas pelos sertões de Minas, Goiás e sul da
Bahia, tudo isso entremeado de reflexões. As demais personagens falam pela boca de Riobaldo, valendose de seu estilo de narrar e de suas características linguísticas individuais.
As histórias vão sendo emendadas, articulando-se com a preocupação do narrador de discutir a existência
ou não do diabo, de que depende a salvação de sua alma.
Ocorre que, em sua juventude, para vencer seu grande inimigo Hermógenes, Riobaldo parece ter feito um
pacto com o demo. Embora em muitos momentos isso pareça evidente, a existência ou não deste pacto,
fica por conta das interpretações do leitor.
Depois de algum tempo, os acontecimentos se tornam confusos na mente do narrador, impedindo-o de
separar o falso do verdadeiro, o vivido do imaginado.
Além dos casos ligados à busca de Hermógenes e Ricardão, assassinos do chefe Joca Ramiro, e que
constituem um dos fios da narrativa, existe também o plano amoroso, centrado nas relações existentes
entre Riobaldo e Diadorim. O amor por Diadorim é motivo de grandes preocupações para o narrador. Na
verdade, Riobaldo conhece Diadorim como homem, o valente guerreiro Reinaldo, e só fica sabendo de sua
identidade feminina no final da luta, quando Diadorim é morto por Hermógenes. No final da narrativa, a
revelação de que Diadorim era mulher, aparecem as evidências da dor de Riobaldo pela sua morte e a
certeza de seu amor.
Trata-se da obra: