Questões de Concursos Públicos - FUNDEPES
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Ano: 2015
Órgão:
UNIMED - Belo Horizonte
Banca:
FUNDEPES
Matéria:
Medicina
Assunto: Doenças Infecto-Parasitárias
Em relação à cisticercose, assinale a alternativa INCORRETA.
No que diz respeito à tuberculose pulmonar primária ou primoinfecção, é INCORRETO afirmar que:
Ano: 2015
Órgão:
UNIMED - Belo Horizonte
Banca:
FUNDEPES
Matéria:
Medicina
Assunto: Otorrinolaringologia
Analise as afirmativas a seguir sobre osteoma dos seios paranasais e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas. ( ) É a neoplasia benigna mais frequente dos seios paranasais. ( ) Trata-se de tumor ósseo de crescimento lento, que é geralmente um achado ocasional de imagem. ( ) Acomete principalmente o seio etmoidal. ( ) Em caso de acometimento do seio frontal, esses tumores ósseos podem bloquear o recesso frontoetmoidal, causando cefaleia unilateral ou mucocele, que, eventualmente, pode ter expansão intracraniana e intraorbitária. Assinale a sequência CORRETA.
Em relação aos tumores vasculares retinianos, é INCORRETO afirmar que:
Ano: 2015
Órgão:
UNIMED - Belo Horizonte
Banca:
FUNDEPES
Matéria:
Medicina
Assunto: Cardiologia e Alterações Vasculares
Em relação aos tumores coroidianos, é INCORRETO afirmar que:
Ano: 2015
Órgão:
UNIMED - Belo Horizonte
Banca:
FUNDEPES
Matéria:
Medicina
Assunto: Clínica Médica Humana
Sobre a hipercalcemia, assinale a alternativa INCORRETA.
Considere o caso clínico a seguir. Paciente do sexo masculino, 57 anos de idade, sofreu um acidente vascular encefálico (AVE) isquêmico com lesão de tronco cerebral e lesão dos pares cranianos V, VII e XII. Em relação a esse caso, é CORRETO afirmar que o paciente apresenta disfagia:
Sobre a síndrome de Turner e suas variantes, assinale a alternativa INCORRETA.
Ano: 2015
Órgão:
UNIMED - Belo Horizonte
Banca:
FUNDEPES
Matéria:
Medicina
Assunto: Gastroenterologia
Em relação ao colesteatoma, assinale a alternativa INCORRETA.
Educação profissional e a lição que os jovens ensinam ao Brasil
O dado de que emprego e profissão desejados lideram a lista de aspirações dos jovens brasileiros revela um novo Brasil em construção. Pesquisa recente publicada pelo Instituto Datafolha indica uma preocupação da juventude com o próprio futuro. Outra pesquisa, Transições da escola para o mercado de trabalho de mulheres e homens jovens no Brasil, da OIT, avalia que os jovens
brasileiros são trabalhadores e parte significativa deles tem se esforçado para combinar trabalho e estudo.
Com menos experiência e, em geral, pouca qualificação profissional, eles são os que sofrem primeiro quando o mercado de trabalho piora. Essa maior dificuldade para colocar em prática projetos de vida parece ter ensinado ao Brasil uma lição: é preciso estar mais bem preparado
para o mundo do trabalho. O impacto coletivo dessa mudança de percepção pode ser visto também com a nova cara dos estudantes do ensino médio.
A maior chance de conquistar um emprego e um bom salário aumentou o interesse dos estudantes em relação ao ensino técnico de nível médio. Dados do Censo da Educação Básica, analisados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), mostram aumento de 55,3% no número de matrículas nesses cursos, passando de 927.978 em 2008 para 1.441.051 em 2013.
Historicamente, a procura por cursos de formação profissional segue uma lógica anticíclica: a procura cresce mais quando o mercado de trabalho não apresentava bom desempenho. Os trabalhadores buscavam se qualificar para manter ou conseguir novo emprego, ou seja, pela necessidade de elevar/manter a sua empregabilidade.
Na última década, quando foram registrados baixos índices de desemprego no Brasil, essa dinâmica parece ter sido rompida, uma vez que a sociedade brasileira começou a mudar a sua percepção sobre a educação profissional, entendendo que ela pode ser o caminho mais curto para a inserção, com qualidade, no mercado de trabalho.
Em outras palavras, mesmo com o mercado de trabalho ativo, houve expansão significativa da procura por cursos, motivada principalmente pela falta de mão de obra especializada e pela necessidade de atualização tecnológica, além ─ é claro ─ do entendimento de que o trabalho abre a perspectiva da mobilidade social.
O aumento do interesse na educação profissional é importante e aponta que estamos no caminho certo da valorização da educação profissional, mas ainda é pouco se comparado a outras nações.
Países da União Europeia, em 2010, segundo o Centro Europeu para o Desenvolvimento da Educação Profissional, tinham em média 49,9% dos estudantes do ensino secundário também matriculados na educação profissional.
Na Áustria, por exemplo, que registra o índice mais alto, 76,8% dos estudantes do secundário fazem ensino técnico. Finlândia vem em seguida com 69,7% e Alemanha com 51,5%. No Brasil, esse índice alcançou os 7,8% em 2013.
A educação profissional melhora o ambiente de negócios, podendo ser um parâmetro importante para decisão de novos investimentos por empresários. Na perspectiva do trabalhador, a qualificação pode reduzir o risco de desemprego ou, ao menos, reduzir o tempo de permanência fora do mercado de trabalho.
Em um momento de arrefecimento do mercado de trabalho, como o atual, não se pode abrir mão da qualificação de trabalhadores, estejam eles empregados ou não. Essa é, inclusive, uma estratégia para facilitar a retomada de crescimento do país.
Um técnico que será contratado para preencher uma vaga em 2017, por exemplo, deve começar a se qualificar hoje. Os jovens já têm nos dado o exemplo. Agora, cabe à geração madura do Brasil nos governos e setores produtivos seguir seu exemplo e fazer a aposta correta.
LUCCHESI, Rafael. Educação profissional e a lição que os jovens ensinam ao Brasil. Folha de S.Paulo. São Paulo. Disponível em: . Acesso em: 7 set. 2015 (Adaptação).
“Historicamente, a procura por cursos de formação
profissional segue uma lógica anticíclica: a procura cresce mais quando o mercado de trabalho não apresenta bom desempenho.” (4º parágrafo) No período em análise, fez-se uso dos dois-pontos para