Questões de Concursos Públicos - FUNCAB

Resolva questões gratuitas da FUNCAB. Banco com 1052 perguntas de concursos. Prepare-se com simulados e estatísticas de acerto.

Ano: 2015
Banca: FUNCAB
Matéria: Saúde Pública
Assunto: Políticas Públicas, Planejamento e Gestão em Saúde Pública

Marque a alternativa que corresponde a um instrumento de planejamento do SUS. 
Ano: 2015
Banca: FUNCAB
Matéria: Música
Assunto: Instrumentos Musicais

Nascido em Petrópolis(RJ), em 18 de março de 1914, representante da primeira geração pós-nacionalista, quando criança já tocava violão, violino e piano. Em 1931 entrou no Instituto Nacional de Música do Rio de Janeiro. Dentre suas obras estão: Suíte infantil nº1, Prelúdios tropicais, Trovas capixabas. Faleceu no dia 26 de novembro de1993. A quem se refere esta pequena biografia? 
Ano: 2015
Órgão: MJSP
Banca: FUNCAB
Assunto: Direitos Políticos

Segundo a Constituição Federal vigente e suas disposições sobre direitos políticos:
Ano: 2015
Banca: FUNCAB
Matéria: Linguística
Assunto: Fundamentos da Linguística

Segundo estudiosos, uma língua participa do modo com que um grupo social compreende e atua sobre a realidade. Com base nesse ponto de vista, a morte de uma língua pode gerar:
Ano: 2015
Banca: FUNCAB
Matéria: Geografia
Assunto: Cartografia

É fundamental, para decodificar e interpretar um mapa, que uma pessoa tenha noções básicas de alguns conceitos cartográficos. O sistema de coordenadas geográficas foi criado para facilitar a localização de um fenômeno ou um lugar na Terra. Uma coordenada geográfica é o ponto de encontro entre duas linhas imaginárias. Dessa maneira, uma coordenada geográfica é o encontro entre:
Ano: 2015
Banca: FUNCAB
Matéria: Português
Assunto: Interpretação de Textos

“A palavra escrita sempre me atraiu. Eu ainda não sabia ler, e já ficava olhando as letras em pedaços de jornal, em rótulos de qualquer coisa, em calendários  de parede (livro era coisa rara, onde havia os adultos não deixavam criança pegar), depois tentava imitar as letras com carvão nas lajes do calçamento, nas paredes, no chão com um gravetinho. Quando não havia o que copiar, eu inventava letras minhas e saía escrevendo-as onde podia. [...] era um lugarzinho muito pequeno onde eu vivia, a gente só tinha oportunidade de ler o livro da escola. O resto eram almanaques de propaganda de remédios, que as farmácias distribuíam no fim do ano. Só aos doze anos, quando me levaram para um lugar maior, eu tive acesso a livros outros, e o encantamento dura até hoje.”  (Para Gostar de Ler, v.8 - contos. São Paulo, Editora Ática, 1988, p.7. Adaptado) As ideias veiculadas no texto só vão de encontro da seguinte releitura:
Ano: 2015
Órgão: MJSP
Banca: FUNCAB
Matéria: Jornalismo
Assunto: Tecnologia e Comunicação

Sobre micromídias digitais, leia as afirmativas a seguir.    I. Primo (2008) as define como um “subtipo” que se “diferencia substancialmente da micromídia analógica no que toca o alcance”.    II. As micromídias digitais têm maior abrangência porque estão nas redes, ou seja, permanecem disponíveis em escala global.    III. Em relação à publicação, elas são mais complexas de publicar devido a aspectos como a conexão generalizada e as rápidas mudanças das tecnologias de produção e de publicação em bases de dados.    Está correto o que se afirma apenas em:
Ano: 2015
Órgão: MJSP
Banca: FUNCAB
Matéria: Arquitetura
Assunto: Instalações Prediais

Como exemplo de Sinalização Telefônica de Registro via satélite Associada ao Canal (CAS), pode-se citar:
Ano: 2015
Órgão: EMSERH
Banca: FUNCAB
Matéria: Português
Assunto: Morfologia - Pronomes

O embondeiro que sonhava pássaros Esse homem sempre vai ficar de sombra: nenhuma memória será bastante para lhe salvar do escuro. Em verdade, seu astro não era o Sol. Nem seu país não era a vida. Talvez, por razão disso, ele habitasse com cautela de um estranho. O vendedor de pássaros não tinha sequer o abrigo de um nome. Chamavam-lhe o passarinheiro. Todas manhãs ele passava nos bairros dos brancos carregando suas enormes gaiolas. Ele mesmo fabricava aquelas jaulas, de tão leve material que nem pareciam servir de prisão. Parecia eram gaiolas aladas, voláteis. Dentro delas, os pássaros esvoavam suas cores repentinas. À volta do vendedeiro, era uma nuvem de pios, tantos que faziam mexer as janelas: – Mãe, olha o homem dos passarinheiros! E os meninos inundavam as ruas. As alegrias se intercambiavam: a gritaria das aves e o chilreio das crianças. O homem puxava de uma muska e harmonicava sonâmbulas melodias. O mundo inteiro se fabulava. Por trás das cortinas, os colonos reprovavam aqueles abusos. Ensinavam suspeitas os seus pequenos filhos - aquele preto quem era? Alguém conhecia recomendações dele? Quem autorizara aqueles pés descalços a sujarem o bairro? Não, não e não. O negro que voltasse ao seu devido lugar. Contudo, os pássaros tão encantantes que são - insistiam os meninos. Os pais se agravavam: estava dito. Mas aquela ordem pouco seria desempenhada. [...] O homem então se decidia a sair, juntar as suas raivas com os demais colonos. No clube, eles todos se aclamavam: era preciso acabar com as visitas do passarinheiro. Que a medida não podia ser de morte matada, nem coisa que ofendesse a vista das senhoras e seus filhos. O remédio, enfim, se haveria de pensar. No dia seguinte, o vendedor repetiu a sua alegre invasão. Afinal, os colonos ainda que hesitaram: aquele negro trazia aves de belezas jamais vistas. Ninguém podia resistir às suas cores, seus chilreios. Nem aquilo parecia coisa deste verídico mundo. O vendedor se anonimava, em humilde desaparecimento de si: – Esses são pássaros muito excelentes, desses com as asas todas de fora. Os portugueses se interrogavam: onde desencantava ele tão maravilhosas criaturas? onde, se eles tinham já desbravado os mais extensos matos?  O vendedor se segredava, respondendo um riso. Os senhores receavam as suas próprias suspeições - teria aquele negro direito a ingressar num mundo onde eles careciam de acesso? Mas logo se aprontavam a diminuir-lhe os méritos: o tipo dormia nas árvores, em plena passarada. Eles se igualam aos bichos silvestres, concluíam. Fosse por desdenho dos grandes ou por glória dos pequenos, a verdade é que, aos pouco-poucos, o passarinheiro foi virando assunto no bairro do cimento. Sua presença foi enchendo durações, insuspeitos vazios. Conforme dele se comprava, as casas mais se repletavam de doces cantos. Aquela música se estranhava nos moradores, mostrando que aquele bairro não pertencia àquela terra. Afinal, os pássaros desautenticavam os residentes, estrangeirando-lhes? [...] O comerciante devia saber que seus passos descalços não cabiam naquelas ruas. Os brancos se inquietavam com aquela desobediência, acusando o tempo. [...] As crianças emigravam de sua condição, desdobrando-se em outras felizes existências. E todos se familiavam, parentes aparentes. [...] Os pais lhes queriam fechar o sonho, sua pequena e infinita alma. Surgiu o mando: a rua vos está proibida, vocês não saem mais. Correram-se as cortinas, as casas fecharam suas pálpebras COUTO, Mia. / Mia Couto – 1ª ed. – São Paulo: Companhia das Letras, 2013. p.63 – 71. (Fragmento). Observe as palavras destacadas nos fragmentos. 1. “Os pais LHES queriam fechar o sonho”. 2. “Mas logo se aprontavam a diminuir-LHE os méritos”. 3. “nenhuma memória será bastante para LHE salvar do escuro”. Sobre elas é correto afirmar que:
Ano: 2015
Órgão: MJSP
Banca: FUNCAB
Matéria: Pedagogia
Assunto: Temas Educacionais Pedagógicos

A deficiência auditiva pode ser classificada como: