Questões de Concursos Públicos - FCC
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Quando um funcionário é enquadrado em uma atividade de periculosidade o mesmo terá por lei acrescido um percentual no seu salário base (sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participações nos lucros da empresa) que é?
A Cia. INVEST S.A. adquiriu, em 31/12/2012, 80% das ações da Cia. ALVORADA por R$ 17.000.000,00 à vista. Na data da aquisição, o Patrimônio Líquido da Cia. ALVORADA era R$ 10.000.000,00 e o valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis dessa Cia. era R$ 15.000.000,00, cuja diferença foi decorrente de um terreno. Sabendo que a Cia. INVEST S.A. adquiriu o controle da Cia. ALVORADA e que a participação dos não controladores é avaliada de acordo com sua participação no valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis, é correto afirmar que, ao elaborar as suas demonstrações contábeis consolidadas em 31/12/2012, a Cia. INVEST S.A. reconheceu como Ativo Intangível − ágio derivado de rentabilidade futura, o valor de
Considere as afirmativas abaixo sobre as alterações mamográficas: I - A densidade mamária aumenta difusamente em 70% das mulheres em uso de reposição hormonal na menopausa. II - Os linfonodos intramamários localizam-se preferencialmente no quadrante supero-lateral e têm centro radioluscente. III - As calcificações anelares com o centro radioluscente são tipicamente benignas. Assinale a alternativa CORRETA:
Sobre as manifestações clínicas na fase crônica da esquistossomose, considere: I - A hepatointestinal caracteriza-se pela presença de diarreias e epigastralgia. II - A hepatoesplênicia compensada caracterizase pelo aumento acentuada do estado funcional do fígado. III - A hepatoesplênica descompensada é considerada a manifestação clínica mais grave. Está CORRETO o que se afirma em:
Além da PAIR, a exposição ao ruído influencia na qualidade de vida do trabalhador, devido aos efeitos NÃO auditivos da exposição ao ruído, como:
Ano: 2015
Órgão:
TRT - 9ª REGIÃO (PR)
Banca:
FCC
Matéria:
Português
Assunto: Interpretação de Textos
Questão de ênfase A ênfase é um modo suspeito de expressão. Se há casos em que ela se torna indispensável, como nas tragédias ou na comicidade extrema, na maioria das vezes é um artifício do superficial que se deseja profundo, do lateral que aspira ao centro, do insignificante que se pretende substancial. É a fala em voz gritada, o gargalhar sistemático, a cadeia de interjeições, a produção de caretas, o insistente franzir do cenho, o repetitivo arquear de sobrancelhas, a pronúncia caprichosa de palavras e frases que se querem sentenciosas e inesquecíveis. Na escrita, a ênfase acusa-se na profusão de exclamações, na sistemática caixa alta, nos grafismos espaçosos. Na expressão oral, a ênfase compromete a verdade de um sentimento já de si enfático: despeja risadas antecipando o final da própria piada, força o tom compungido antes de dar a má notícia e se marca no uso indiscriminado de termos como “com certeza” e “literalmente”, por exemplo: “Esse aluno está literalmente dando o sangue na prova de Física.” Com a ênfase, todos os gestos compõem uma dramaturgia descontrolada. A ênfase também parece desconfiar do alcance de nossa percepção usual, e nos acusa, se reclamamos do enfático. Este sempre acha que ficaremos encantados com a medida do seu exagero, e nos atribui insensibilidade se não o admiramos. Em suma: o enfático é um chato que se vê a si mesmo como um superlativo. Machado de Assis, por exemplo, não suportava gente que dissesse “Morro por doce de abóbora!”. Por sua vez, o poeta Manuel Bandeira enaltecia a “paixão dos suicidas que se matam sem explicação”. Já o enfático vive exclamando o quão decisivo é ele ser muito mais vital do que todos os outros seres humanos. No contexto, a frase a ênfase compromete a verdade de um sentimento já de si enfático deixa ver que
Uma espécie de angústia se espalha como praga nas relações pessoais e no uso dos espaços público e privado. Todos os torpedos, e-mails e chamadas no celular viraram prioridade, casos de vida ou morte. Interrompem-se conversas para olhar telinhas e telonas, desrespeitando interlocutores. Como este tipo de patologia tende a se diversificar, já há gente que conversa e olha o computador ao mesmo tempo. Especialistas em informática previram que, num futuro não muito distante, chips serão implantados no corpo. Estão atrasados. Corpos já pertencem a máquinas. A vida é controlada a distância e por outros. Enxurradas de fotos invadem o espaço virtual, a maioria delas sem o menor significado. Fico pensando no sorriso irônico ou, quem sabe, no horror, que o fotógrafo Cartier-Bresson esboçaria se esbarrasse nisso. Ele, que procurava a poesia nos pequenos gestos, no cotidiano que se desdobrava em surpresas, jamais empilharia a coleção de sorrisos forçados que caracteriza a obsessão pelos “cliques”. Vivemos a era das aparências. Com a multiplicação das imagens, vem a obrigação de “estar bem”. Afinal, quem vai querer se exibir nas redes sociais com uma ponta de melancolia? O mundo virtual exige estado de êxtase permanente. Uma persona que não passa de ilusão. Criatividade não quer dizer tristeza, claro, mas certamente precisa incorporá-la como tijolo construtor da nossa personalidade. ... desrespeitando interlocutores. Enxurradas de fotos invadem o espaço virtual... ... que caracteriza a obsessão pelos “cliques”. Fazendo-se as alterações necessárias, os elementos sublinhados nos segmentos acima foram corretamente substituídos por um pronome, na ordem dada, em:
Ano: 2015
Órgão:
TRT - 9ª REGIÃO (PR)
Banca:
FCC
Matéria:
Português
Assunto: Interpretação de Textos
Uma espécie de angústia se espalha como praga nas relações pessoais e no uso dos espaços público e privado. Todos os torpedos, e-mails e chamadas no celular viraram prioridade, casos de vida ou morte. Interrompem-se conversas para olhar telinhas e telonas, desrespeitando interlocutores. Como este tipo de patologia tende a se diversificar, já há gente que conversa e olha o computador ao mesmo tempo. Especialistas em informática previram que, num futuro não muito distante, chips serão implantados no corpo. Estão atrasados. Corpos já pertencem a máquinas. A vida é controlada a distância e por outros. Enxurradas de fotos invadem o espaço virtual, a maioria delas sem o menor significado. Fico pensando no sorriso irônico ou, quem sabe, no horror, que o fotógrafo Cartier-Bresson esboçaria se esbarrasse nisso. Ele, que procurava a poesia nos pequenos gestos, no cotidiano que se desdobrava em surpresas, jamais empilharia a coleção de sorrisos forçados que caracteriza a obsessão pelos “cliques”. Vivemos a era das aparências. Com a multiplicação das imagens, vem a obrigação de “estar bem”. Afinal, quem vai querer se exibir nas redes sociais com uma ponta de melancolia? O mundo virtual exige estado de êxtase permanente. Uma persona que não passa de ilusão. Criatividade não quer dizer tristeza, claro, mas certamente precisa incorporá-la como tijolo construtor da nossa personalidade. Considerado o contexto, é correto afirmar:
Ano: 2015
Órgão:
TRT - 9ª REGIÃO (PR)
Banca:
FCC
Matéria:
Português
Assunto: Interpretação de Textos
Uma espécie de angústia se espalha como praga nas relações pessoais e no uso dos espaços público e privado. Todos os torpedos, e-mails e chamadas no celular viraram prioridade, casos de vida ou morte. Interrompem-se conversas para olhar telinhas e telonas, desrespeitando interlocutores. Como este tipo de patologia tende a se diversificar, já há gente que conversa e olha o computador ao mesmo tempo. Especialistas em informática previram que, num futuro não muito distante, chips serão implantados no corpo. Estão atrasados. Corpos já pertencem a máquinas. A vida é controlada a distância e por outros. Enxurradas de fotos invadem o espaço virtual, a maioria delas sem o menor significado. Fico pensando no sorriso irônico ou, quem sabe, no horror, que o fotógrafo Cartier-Bresson esboçaria se esbarrasse nisso. Ele, que procurava a poesia nos pequenos gestos, no cotidiano que se desdobrava em surpresas, jamais empilharia a coleção de sorrisos forçados que caracteriza a obsessão pelos “cliques”. Vivemos a era das aparências. Com a multiplicação das imagens, vem a obrigação de “estar bem”. Afinal, quem vai querer se exibir nas redes sociais com uma ponta de melancolia? O mundo virtual exige estado de êxtase permanente. Uma persona que não passa de ilusão. Criatividade não quer dizer tristeza, claro, mas certamente precisa incorporá-la como tijolo construtor da nossa personalidade. Uma redação alternativa para um segmento do texto, em que se mantêm a correção e, em linhas gerais, o sentido original, está em: