Questões de Concursos Públicos - FAUEL

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Ano: 2015
Banca: FAUEL
Matéria: Auditoria
Assunto: Testes, Procedimentos e Técnicas de Auditoria

Segundo as Normas Brasileiras de Contabilidade - Técnicas de Auditoria, não se pode esperar que o auditor desconsidere a experiência passada de honestidade e integridade da administração da entidade e dos responsáveis pela governança. Contudo, a crença de que a administração e os responsáveis pela governança são honestos e têm integridade, não livra o auditor da necessidade de manter o ceticismo profissional. Assim sendo, com base nas referidas normas, julgue as afirmativas a seguir, e assinale a alternativa correta:  I) O ceticismo profissional é necessário para a avaliação crítica das evidências de auditoria. Isso inclui questionar evidências de auditoria contraditórias e a confiabilidade dos documentos e respostas a indagações e outras informações obtidas junto à administração e aos responsáveis pela governança.  II) O auditor pode aceitar registros e documentos como genuínos, a menos que tenha razão para crer no contrário. III) Ceticismo profissional é a postura que inclui uma mente questionadora e alerta para condições que possam indicar possível distorção devido a erro ou fraude e uma avaliação crítica das evidências de auditoria
Ano: 2015
Banca: FAUEL
Matéria: Português
Assunto: Morfologia

Para Érico Veríssimo O dia abriu seu para-sol bordado O dia abriu seu para-sol bordado De nuvens e de verde ramaria. E estava até um fumo, que subia, Mi-nu-ci-o-sa-men-te desenhado. Depois surgiu, no céu arqueado, A Lua _ a Lua! _ em pleno meio-dia. Na rua, um menininho que seguia Parou, ficou a olhá-lo admirado... Pus meus sapatos na janela alta, Sobre o rebordo... Céu é que lhes falta Pra suportarem a existência rude! E eles sonham, imóveis, deslumbrados, Que são dois velhos barcos, encalhados Sobre a margem tranquila de um açude QUINTANA, Mário.A rua dos cataventos. 2ª. ed. São Paulo: Globo, 2005. (p.33) Sobre o processo de formação das palavras “menininho”, “arqueado”, “meio-dia” e “para-sol”, é correto afirmar:  I) menininho é uma palavra derivada da palavra “menor”;  II) arqueado é uma palavra derivada de “arco”; III) meio-dia é um substantivo masculino, palavra composta por duas palavras (composição por justaposição);  IV) para-sol é uma palavra composta por duas palavras(composição por justaposição);
Ano: 2015
Banca: FAUEL
Matéria: Português
Assunto: Interpretação de Textos

Para Érico Veríssimo O dia abriu seu para-sol bordado O dia abriu seu para-sol bordado De nuvens e de verde ramaria. E estava até um fumo, que subia, Mi-nu-ci-o-sa-men-te desenhado. Depois surgiu, no céu arqueado, A Lua _ a Lua! _ em pleno meio-dia. Na rua, um menininho que seguia Parou, ficou a olhá-lo admirado... Pus meus sapatos na janela alta, Sobre o rebordo... Céu é que lhes falta Pra suportarem a existência rude! E eles sonham, imóveis, deslumbrados, Que são dois velhos barcos, encalhados Sobre a margem tranquila de um açude QUINTANA, Mário.A rua dos cataventos. 2ª. ed. São Paulo: Globo, 2005. (p.33) Sobre o texto, é correto afirmar: 
Ano: 2015
Banca: FAUEL
Matéria: Português
Assunto: Morfologia

Assinale a alternativa em que os plurais dos adjetivos estão empregados corretamente:
Ano: 2015
Banca: FAUEL
Matéria: Matemática
Assunto: Aritmética e Problemas

Paulo tem uma pizzaria e vende um oitavo de uma pizza por 3 reais, quanto custará, 4/8 de pizza?
Ano: 2015
Banca: FAUEL
Matéria: Psiquiatria
Assunto: Psicopatologia

Analise as alternativas abaixo e assinale aquela que sugere o diagnóstico de encefalopatia de Wernicke?
Ano: 2015
Banca: FAUEL
Matéria: Português
Assunto: Morfologia

CEMITÉRIO DE ELEFANTES À margem do rio, nos fundos do mercado de peixe, ergue-se o velho ingazeiro – ali os bêbados são felizes. A população considera-os animais sagrados, ________ às suas necessidades de cachaça e pirão. No trivial contentam-se com as sobras do mercado. Quando ronca a barriga, ao ponto de perturbar a sesta, saem do abrigo e, arrastando os pesados pés, atiram-se à luta pela vida. Enterram-se no mangue até os joelhos na caça ao caranguejo ou, tromba vermelha no ar, espiam a queda dos ingás maduros. Elefantes malferidos coçam as perebas, sem nenhuma queixa, escarrapachados .............. raízes que servem de cama e cadeira. Bebem e beliscam pedacinho de peixe. Cada um tem o seu lugar, gentilmente avisam: – Não use a raiz do Pedro. – Foi embora, sentiu que ia se apagar e caiu fora. Eu gritei: Vai na frente, Pedro, deixa a porta aberta. à flor do lodo borbulha o mangue – os passos de um gigante perdido? João dispõe no braseiro o peixe embrulhado em folha de bananeira. – O Cai N’água trouxe as minhocas? – Sabia não? – Agora mesmo ele... – Entregou a lata e disse: Jonas, vai dar pescadinha da boa. Chega de outras margens um elefante moribundo. – Amigo, venha com a gente. Uma raiz no ingazeiro, o rabo de peixe, a caneca de pinga. No silêncio o bzzz dos pernilongos ________ o posto de cada um, assombrados com o mistério da noite, o farol piscando ..... alto do morro. Distrai-se um deles a enterrar o dedo no tornozelo inchado. Puxando os pés de paquiderme, afasta-se entre adeuses em voz baixa – ninguém perturbe os dorminhocos. Esses, quando acordam, não perguntam aonde foi o ausente. E, se indagassem, para levar-lhe margaridas do banhado, quem saberia responder? A você o caminho se revela na hora da morte. A viração da tarde assanha as varejeiras grudadas ..... seus pés disformes. Nas folhas do ingazeiro reluzem lambaris prateados – ao eco da queda dos frutos os bêbados erguem-se com dificuldade e os disputam rolando no pó. O vencedor descasca o ingá, chupa de olho guloso a fava adocicada. Jamais correu sangue no cemitério, a faquinha na cinta é para _________ peixe. E, os brigões, incapazes de se moverem, basta xingarem-se à distância. Eles que suportam o delírio, a peste, o fel na língua, o mormaço, as câimbras de sangue, berram de ódio contra os pardais, que se aninham entre as folhas e, antes de dormir, lhes cospem na cabeça – o seu pipiar irrequieto envenena a modorra. Da margem contemplam os pescadores mergulhando os remos. – Um peixinho aí, compadre? O pescador atira o peixe desprezado no fundo da canoa. – Por que você bebe, Papa-Isca? – Maldição de mãe, uai. – O Chico não quer peixe? – Tadinho, a barriga-d’água. Sem pressa, aparta-se dos companheiros cochilando à margem, esquecidos de enfiar a minhoca no anzol. Cuspindo na água o caroço preto do ingá, os outros não o interrogam: as presas de marfim que indicam o caminho são garrafas vazias. Chico perde-se no cemitério sagrado, as carcaças de pés grotescos surgindo ao luar. TREVISAN, Dalton. Cemitério de elefantes. In: Primeiro livro de contos. 1. ed. Rio de Janeiro, Record, s. d., p. 28-31. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas de linhas pontilhadas no texto:
Ano: 2015
Banca: FAUEL
Matéria: Medicina
Assunto: Dermatologia

A alopecia areata (AA) é uma afecção crônica dos folículos pilosos e das unhas, de etiologia desconhecida, provavelmente multifatorial com evidentes componentes autoimunes e genéticos, em que há queda dos cabelos ou pelos. Sobre isso, é correto afirmar:
Ano: 2015
Banca: FAUEL
Assunto: Armazenagem

Determinada empresa controla cada operação de compra e venda, e, quando for o caso, suas respectivas devoluções. Dessa forma, seu estoque de mercadorias fica sempre atualizado. Com base nos fatos descritos na presente questão, assinale a alternativa correta:
Ano: 2015
Órgão: FMSFI - PR
Banca: FAUEL
Assunto: PABX (Private Automatic Branch Exchange)

Em relação ao PABX as afirmativas corretas são: I - É um equipamento centralizador de linhas e ramais, também conhecido por Central Telefônica. II - Seus ramais são utilizados em empresas, residências e diversos empreendimentos, permite a comunicação interna (através de ramais) e facilita a comunicação externa (linhas telefônicas fixas). III – Torna a comunicação mais segura e eficiente, já que proporciona sigilo total entre as ligações.